Questão FC185294
CRÔNICA DO COTIDIANO – UM TAL DE VOUCHER Auridan Dantas Época de férias é uma onda. Tem de tudo um pouco: excursões, farofeiros, cruzeiros e simples viagens. Numa dessas viagens, u
Outras Questões de Português e Questões Mescladas (Interpretação de Textos ou Gramática)
Instituto AOCP · 2022
- O termo “uma” não apresenta um referente recuperável textualmente.
- O verbo apresenta o mesmo sentido que em “Ele aprontou sua marmita e foi logo trabalhar”.
- O fato de que a expressão “aprontou uma” está incompleta (aprontou uma o quê?) faz com que o excerto seja de difícil compreensão por parte do leitor.
- O verbo, no excerto, faz parte da variedade culta da língua, com o sentido de “deixar algo pronto”.
- O termo “beradeiro” foi empregado incorretamente pelo cronista, o qual provavelmente queria dizer “boiadeiro”.
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Gabarito
A
Comentário do professor
Comentário: A alternativa A é correta porque a expressão “aprontou uma” realmente não tem um referente explicitamente mencionável no texto anterior. Nesse contexto, o autor se refere a uma ação surpreendente do colega, mas o que exatamente ele "aprontou" permanece indefinido. Essa ambiguidade é parte do humor da crônica, uma vez que o personagem não sabe do que se trata o “voucher”, tornando a situação ainda mais cômica. A falta de um complemento claro para “uma” indica que não há uma recuperação textual que permita ao leitor identificar o que foi feito. Portanto, essa construção evidencia uma situação de confusão, reforçada pela própria ignorância do personagem sobre o termo em questão.
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