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Questão FC217713

Ensino sem celular No Brasil não há norma federal sobre o tema, mas, no Rio de Janeiro, a prefeitura proibiu celulares nas escolas da rede até durante o recreio. E não são poucos o

Interpretação de Textos (Compreensão)

VUNESP · 2024

Ensino sem celular

 

No Brasil não há norma federal sobre o tema, mas, no Rio de Janeiro, a prefeitura proibiu celulares nas escolas da rede até durante o recreio. E não são poucos os colégios particulares em todo o país que caminham na mesma direção.

 

Contudo, se há razoável consenso de que a utilização de celulares e tablets em instituições de ensino deve ser restringida, a forma de fazê-lo permanece em aberto.

 

É apenas por tentativa e erro que se chegará a protocolos adequados, que não serão os mesmos em contextos diversos. O nível de restrição depende muito da faixa etária, por exemplo, e é preciso cuidado para não pecar por radicalismo.

 

A chamada educação midiática é fundamental, principalmente em tempos de desinformação e bullying virtual. O celular pode ser usado de forma guiada para que os alunos aprendam como obter aquilo que a internet tem de melhor e se protejam daquilo que nela há de pior.

 

(Editorial. Folha de S .Paulo, 10.02.2024. Adaptado)

 

No editorial do jornal, a argumentação desenvolvida deixa claro que

  1. a imposição de uma conduta de uso de celular sugere mais erros do que acertos.
  2. a regra de proibição de uso de celulares em escolas deve ser a mesma em todo o país.
  3. a proibição dos celulares nas escolas visa acabar com a educação midiática.
  4. a restrição aos celulares nas escolas deve evitar chegar à situação de radicalismo.
  5. a proibição do uso dos celulares nas escolas deve ser responsabilidade dos alunos.
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Gabarito

D

Comentário do professor

O editorial reconhece a necessidade de restringir o uso de celulares nas escolas, mas ressalta que essas medidas devem ser aplicadas com equilíbrio.

Aponta que protocolos eficazes surgem por tentativa e erro e variam conforme o contexto — por exemplo, a faixa etária dos alunos —, o que exige adaptação e sensibilidade na elaboração das regras.

Além disso, destaca a importância da educação midiática para usar o celular de forma guiada, aproveitando recursos positivos e protegendo contra desinformação e bullying virtual.

Daí a conclusão central: é preciso cuidado para não pecar por radicalismo ao restringir dispositivos, buscando um equilíbrio entre controle e aproveitamento pedagógico.

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