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Questão FC242492

Texto I Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Revitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro foi divulgado pela Prefeitura em

Regência

CESGRANRIO · 2019

Texto I

 

Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

 

O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Revitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou diferentes projetos, visando a incentivar o desenvolvimento habitacional, econômico e turístico dos bairros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em meados de 2007, quando se iniciou esse estudo sobre o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária já passava por um rápido processo de ressignificação perante a cidade: nos imaginários construídos pelas diferentes mídias, não era mais associada apenas à prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “favelizadas”, despontando narrativas que positivavam alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios culturais”.

 

Dentro do amplo território portuário, os planejadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabelecimentos financeiros e comerciais.

 

GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:

FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

 

 

No Texto I, no trecho “concentrou diferentes projetos” , o verbo concentrar apresenta a mesma regência do verbo destacado em:

  1. O cenário atual mostra um cenário bem diferente.
  2. Hoje, os bairros portuários do Rio parecem um cartão postal.
  3. Agora os comerciantes confiam nesse bairro.
  4. Nas lojas para turistas, sobressaem anéis e pulseiras.
  5. A Zona Portuária necessitava de muitas benfeitorias.
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Gabarito

A

Comentário do professor

Concordância de regência: Tanto o verbo concentrar (no trecho “concentrou diferentes projetos”) quanto o verbo mostrar (em “mostra um cenário”) apresentam a mesma regência: são verbos transitivos diretos. Isso significa que ambos admitem complemento sem preposição.

Um modo prático de verificar é perguntar “o quê?” ao verbo. Ex.: “O Plano concentrou o quê?” — diferentes projetos. “O cenário atual mostra o quê?” — um cenário. As respostas são objetos diretos, sem necessidade de preposição.

Portanto, a alternativa está correta porque o verbo destacado no enunciado e o verbo da frase dada exigem o mesmo tipo de complemento: objeto direto, sem preposição.

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