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Questão FC244165

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. ESCAVAÇÃO ARQUEOLÓGICA NA FRANÇA ENCONTRA MENSAGEM DE ARQUEÓLOGO DO SÉCULO XIX Uma equipe francesa de arqueologia, ao esc

Morfologia

IDECAN · 2024

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ESCAVAÇÃO ARQUEOLÓGICA NA FRANÇA

ENCONTRA MENSAGEM DE ARQUEÓLOGO DO 

SÉCULO XIX

 

Uma equipe francesa de arqueologia, ao escavar um sítio arqueológico romano com cerca de 2000 anos, encontrou uma mensagem num frasco de vidro. Era uma nota deixada por um arqueólogo que escavou a área há 200 anos.

 

O grupo de voluntários, dirigido pelo arqueólogo Guillaume Blondel, estava escavando o que resta de um sítio arqueológico no topo de um penhasco perto de Dieppe (Seine-Maritime), em Bracquemont.

 

O sítio arqueológico é interpretado como um recinto fortificado do período gaulês, mas também é conhecido como área onde César teria instalado um breve acampamento romano há mais de 2000 anos. E, desde o início da escavação, foram encontrados vários artefatos que datam do período gaulês — a maioria peças de cerâmica com cerca de dois mil anos.

 

Blondel, que chefia o serviço arqueológico da cidade de Eu, realizava trabalhos de emergência, por causa da erosão do penhasco, quando Pierre, um voluntário que estuda história em Caen, descobriu um objeto estranho no topo de uma trincheira.

 

Blondel foi investigar e rapidamente concluiu que não se tratava de nenhuma cerâmica da época romana. Em seguida, verificou que também não se tratava de um dispositivo explosivo da Segunda Guerra Mundial. Tomadas as devidas precauções, Blondel e os voluntários extraíram o pote da terra.

 

"Este recipiente continha um copo envidraçado. Podia ver-se um objeto de vidro transparente", descreveu Blondel. O investigador concluiu que o pote datava do século XIX.

 

Eis que o objeto de vidro era afinal "uma garrafa de sais aromáticos como a usada no pescoço das mulheres, que o respiravam para evitar desmaiar dentro do corpete apertado" que era moda na época, explica.

 

Dentro do frasco de vidro rolhado estava um papel enrolado, preso com um cordel, com uma mensagem. Entre as muitas suposições do que poderia constar no escrito, o arqueólogo brincou: "Que tal uma receita de torta de maçã?".

 

(...)

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/escavacao-

arqueologica-em-franca-e ncontra-mensagem-de-arqueologo-do-seculo-xix_n1601499

 

"Podia ver-se um objeto de vidro transparente".

 

A mesma relação, entre os termos destacados, faz-se corretamente também no item

  1. "Podia ver-se um objeto esplênico".
  2. "Podia ver-se um objeto acrídio.
  3. "Podia ver-se um objeto êneo."
  4. "Podia ver-se um objeto hialino".
  5. "Podia ver-se um objeto ígneo".
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Gabarito

D

Comentário do professor

"Podia ver-se um objeto de vidro transparente." pode ser reescrito por hialino porque esse adjetivo designa algo vidreado ou com aspecto vítreo e translúcido.

Do grego hyalos, o termo é usado em linguagem culta e científica para indicar material ou aparência semelhante ao vidro: brilho, transparência e textura lisa.

No contexto da frase, a substituição preserva tanto a ideia de composição (feito de vidro) quanto a de qualidade ótica (transparente), mantendo a coerência descritiva do texto.

Assim, hialino é o termo preciso e conciso para traduzir "objeto de vidro transparente" em um registro mais técnico e formal, razão pela qual a alternativa é correta.

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