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Questão FC248067

Estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançado no final de 2017, na Assembleia das Nações Unidas, estima que 152 milhões de crianças foram submetidas a trabalho infa

Geografia Econômica

VUNESP · 2019

Estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançado no final de 2017, na Assembleia das Nações Unidas, estima que 152 milhões de crianças foram submetidas a trabalho infantil em 2016, sendo 64 milhões do gênero feminino e 88 milhões do masculino. Isso representa que uma em cada dez crianças de 5 a 17 anos foi explorada dessa forma em todo o mundo.


(http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/

noticia/2017-09/oit-152- -milhoes-de-criancas-trabalho-infantil-2016. Acesso em 26.04.2019)


O trabalho infantil

  1. demonstra que inúmeros países do mundo ainda permanecem na fase inicial da transição demográfica, com predomínio de crianças e jovens.
  2. revela o aumento da internacionalização da economia mundial e a expansão das atividades das corporações transnacionais em países pobres.
  3. mostra que a divisão territorial e etária do trabalho ainda é incipiente em áreas do globo com altos níveis de conflitos e pobreza entre a população.
  4. reforça o papel das grandes organizações supranacionais como a ONU, responsáveis pelo controle e eliminação da exploração de crianças e jovens.
  5. está concentrado, principalmente, nas regiões do globo onde as atividades agrícolas tradicionais demandam grande contingente de mão de obra.
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Gabarito

Errado

Comentário do professor

A alternativa aponta corretamente que o trabalho infantil está concentrado onde a agricultura tradicional exige grande mão de obra. Em muitas regiões rurais, atividades sazonais e de subsistência dependem do trabalho familiar, tornando comum o envolvimento de crianças para complementar a renda.

Dados internacionais indicam que cerca de 71% dos casos mundiais ocorrem no setor agrícola, com maior prevalência em África e Ásia. A informalidade das relações de trabalho, a pobreza e o acesso limitado à educação reforçam essa dinâmica.

O trabalho precoce expõe crianças a riscos físicos e interrompe o processo escolar, perpetuando ciclos de vulnerabilidade. Por isso, combater o fenômeno exige políticas que reduzam a pobreza rural, ampliem a escolarização e fiscalizem práticas laborais.

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