Questão FC248077
Leia a notícia e analise o gráfico para responder à questão. A temperatura entre as duas maiores economias do mundo subiu nos últimos dias [abril de 2018], colocando China e Estado
Geografia Econômica
VUNESP · 2019
Leia a notícia e analise o gráfico para responder à questão.
A temperatura entre as duas maiores economias do mundo subiu nos últimos dias [abril de 2018], colocando China e Estados Unidos prestes a iniciar uma guerra comercial, que tem o potencial de abalar a atividade econômica global.
(https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-a-guerra-
comercial-entre- -eua-e-china-e-como-ela-pode-afetar-a-economia-mundial.ghtml Acesso em 24.04.2019)
BALANÇA COMERCIAL DOS
ESTADOS UNIDOS COM A CHINA

(https://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/usa/ Acesso em 24.04.2019)
A leitura da notícia, do gráfico e os conhecimentos sobre as relações entre os Estados Unidos e a China permitem afirmar que
- ao déficit comercial dos Estados Unidos somam-se as transferências tecnológicas e subsídios chineses às indústrias como causas do conflito comercial.
- as relações dos Estados Unidos com a China ainda estão historicamente relacionadas à Guerra Fria e o déficit comercial é apenas um pretexto do governo Trump.
- o objetivo do governo Trump é reduzir as trocas com a China e ampliar as relações com os países da América Latina com os quais os EUA mantêm superávits.
- as principais mercadorias vendidas pelos chineses aos estadunidenses são produzidas nas filiais de empresas transnacionais europeias e japonesas na China.
- as acusações de quebra de patentes e espionagem industrial atingem ambos os lados e dificultam o reestabelecimento das trocas comerciais entre os dois países.
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Gabarito
A
Comentário do professor
A opção aponta corretamente que o conflito envolve, além do déficit comercial dos EUA com a China, práticas que os norte‑americanos consideram desleais e capazes de distorcer a competição.
As transferências tecnológicas ocorrem quando empresas estrangeiras são obrigadas a compartilhar tecnologia para operar no mercado chinês (parcerias, joint ventures ou exigências regulatórias), reduzindo vantagem competitiva. Já os subsídios dirigidos a setores estratégicos tornam produtos chineses artificialmente mais baratos.
Essa combinação amplia o déficit e preocupa pela perda de empregos e propriedade intelectual. Por isso os EUA adotaram medidas tarifárias e outras retaliações, caracterizando a atual guerra comercial como tentativa de corrigir essas distorções e pressionar por regras mais equilibradas.
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