Questão FC252818
Uma empresa comercial está separando seus ativos e passivos circulantes e não circulantes para elaborar o Balanço Patrimonial. O contador, ao verificar os requisitos do CPC 26 (R1)
Introdução ao Balanço Patrimonial
FGV · 2023
Uma empresa comercial está separando seus ativos e passivos circulantes e não circulantes para elaborar o Balanço Patrimonial. O contador, ao verificar os requisitos do CPC 26 (R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis, observou que:
- os ativos e passivos devem ser apresentados por ordem crescente de liquidez, do menos líquido para o mais líquido;
- o passivo deve ser classificado como circulante quando for caixa ou equivalente de caixa;
- os impostos diferidos não devem ser classificados como circulantes;
- o ativo deve ser classificado como circulante quando for adiantamento de clientes;
- o passivo deve ser classificado como circulante quando for uma despesa antecipada.
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Gabarito
Certo
Comentário do professor
A norma CPC 26 (R1) estabelece que os impostos diferidos não devem ser classificados como circulantes quando a entidade apresentar separadamente ativos e passivos circulantes e não circulantes.
Isso decorre da natureza desses saldos: os impostos diferidos resultam de diferenças temporárias entre a base fiscal e a base contábil de ativos e passivos, representando efeitos tributários futuros, e não uma expectativa imediata de recebimento ou pagamento em moeda.
Mesmo que parte desses efeitos possa reverter em curto prazo, a norma exige que sejam apresentados como não circulantes, refletindo seu caráter de ajuste patrimonial de longo prazo e uniformizando a comparabilidade das demonstrações.
Portanto, na elaboração do balanço patrimonial, classificar impostos diferidos como não circulantes está em conformidade com o CPC 26 (R1).
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