Questão FC265907
Quando pensamos no desenvolvimento de um sistema, a necessidade da persistências de dados é quase uma constante. Em muitos destes sistemas, acabamos optando pelo uso de um banco de
Projeto e Modelagem de Dados
IDECAN · 2022
Quando pensamos no desenvolvimento de um sistema, a necessidade da persistências de dados é quase uma constante. Em muitos destes sistemas, acabamos optando pelo uso de um banco de dados relacional, por trazer uma série de facilidades. Após a fase especificação conceituai do banco de dados, chega o momento em que precisamos implementar o projeto lógico.
A respeito dessa tradução do modelo conceituai para o projeto lógico, marque a alternativa que descreve, corretamente, o processo que deve ser seguido para construir, especificamente, o relacionamento N:N entre duas entidades já implementadas no banco de dados.
- Criar uma chave estrangeira em uma das tabelas que representam as duas entidades que se relacionam. Essa chave estrangeira deverá possuir os mesmos campos da chave primária presente na tabela que representa a outra entidade.
- Criar uma tabela cuja chave primária é composta pelas chaves primárias das tabelas que representam as duas entidades que se relacionam. Essa tabela deverá também possuir chaves estrangeiras para as tabelas das duas entidades relacionadas.
- Implementar e ativar triggers de inclusão, exclusão e edição em ambas as tabelas que representam as duas entidades que se relacionam.
- Criar uma tabela cuja chave primária é composta por todas as chaves estrangeiras presentes nas tabelas que representam as duas entidades que se relacionam.
- Implementar e ativar uma stored procedure que seja capaz de comparar as chaves estrangeiras da primeira tabela com as chaves primárias da segunda tabela, e vice-versa.
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Gabarito
B
Comentário do professor
A solução correta é criar uma tabela intermediária que materializa o relacionamento N:N entre as duas entidades já existentes. Essa tabela receberá as chaves primárias das duas tabelas relacionadas e, normalmente, essas colunas formam a chave primária composta da tabela intermediária, garantindo unicidade por par.
Além disso, cada uma dessas colunas deve ser declarada como chave estrangeira apontando para as respectivas tabelas principais, assegurando integridade referencial. Esse arranjo evita ambiguidade sobre quais registros se relacionam.
Quando necessário, a tabela intermediária pode conter atributos adicionais (por exemplo, data ou quantidade) ou até uma chave substituta, mas a modelagem essencial do N:N é sempre feita por essa tabela que liga as duas entidades.
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