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Questão FC266427

No processo de desenvolvimento de um sistema, pode se aplicar o reuso de software em vários momentos. Existe a possibilidade de se reusar ideias, especificações, projetos, códigos-

Manutenção e Melhoria de Software (Reuso, Reengenharia, Refatoração, Engenharia Reversa)

IDECAN · 2021

No processo de desenvolvimento de um sistema, pode se aplicar o reuso de software em vários momentos. Existe a possibilidade de se reusar ideias, especificações, projetos, códigos-fonte e outros produtos nas diversas fases do processo de desenvolvimento. A seguir são descritas três tipos de reuso.

 

I. é o que ocorre dentro de um mesmo domínio de aplicação. O objetivo é derivar um modelo genérico para ser usado dentro de um único domínio de aplicação na criação de novos sistemas. Este tipo de reuso é o que ocorre em fábricas de software.

 

II. é o visa eliminar a necessidade do desenvolvedor de um conhecimento da implementação de algum componente de software que fará parte do processo de reuso. Em vez disso, o reuso se dá através da descrição de interfaces ou contratos bem definidos que devem ser respeitados pela implementação a ser elaborada. O esforço sempre é usado na nova implementação e nunca ocorre um desperdício tentando entender implementações de terceiros.

 

III. é o mais utilizado na prática, sendo a maioria das ferramentas de reuso e métodos voltados para este tipo de reuso.

 

Os três tipos descritos em I, II e III são conhecidos, respectivamente, como reuso

  1. horizontal, caixa-branca e de projetos
  2. vertical, caixa-preta e de código fonte
  3. vertical, caixa-preta e de especificação
  4. horizontal, caixa-preta e de projetos
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Gabarito

B

Comentário do professor

A resposta correta indica, respectivamente, reuso vertical, reuso caixa-preta e reuso de código‑fonte. Cada termo descreve uma estratégia de reaproveitamento em um nível diferente do processo de desenvolvimento.

Reuso vertical: ocorre dentro de um mesmo domínio de aplicação. Consiste em derivar modelos genéricos e componentes especializados para famílias de sistemas semelhantes, como em fábricas de software. Favorece ganho de produtividade ao capitalizar conhecimento específico do domínio.

Reuso caixa‑preta: baseia‑se em interfaces ou contratos bem definidos, sem expor a implementação. O desenvolvedor usa o componente pela sua interface, o que reduz a necessidade de entender ou modificar o código interno e facilita a integração.

Reuso de código‑fonte: é o mais comum na prática — reaproveitamento direto de trechos ou bibliotecas de código. Traz rapidez e reutilização imediata, embora os ganhos sejam menores que reusos em níveis mais altos (especificação ou projeto).

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