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Questão FC314454

Projeto de acessibilidade jornalística promove oficinas de educação midiática para pessoas com deficiência visual As oficinas buscam construir conhecimento sobre fakes news e desin

Interpretação de Textos (Compreensão)

IBADE · 2023

Projeto de acessibilidade jornalística promove oficinas de educação midiática para pessoas com deficiência visual


As oficinas buscam construir conhecimento sobre fakes news e desinformação, além de contribuir com a inclusão das pessoas cegas na produção de conteúdos jornalísticos digital

 

Diante de um cenário no qual a circulação em massa de fakes news tem aumentado os problemas decorrentes da desinformação, a Lume Acessibilidade (www.lumeacessibilidade.com.br) vai promover oficinas de educação midiática e produção de conteúdo destinadas às pessoas com deficiência visual. As capacitações buscam possibilitar a inclusão das pessoas cegas na produção de conteúdos jornalísticos nas plataformas digitais e contribuir com a consolidação do pensamento crítico desse segmento ao consumir informações.


As capacitações acontecem de 21 de novembro a 01 dezembro, das 18h às 20h, de forma remota e gratuita, para pessoas com deficiência visual de todo o país. As inscrições estão abertas até o dia 17/11 e disponíveis através do link encurtador.com.br/aimA2. As vagas são limitadas.


As aulas irão apresentar conteúdos teóricos e práticos e serão ministradas pelo doutor em sociologia e professor da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Luiz Carlos Pinto, que vai refletir as questões em torno da desinformação; pela Lupa Educação, que vai desenvolver o olhar dos participantes para as estratégias de verificação e checagem da notícia; e a mestra em Indústrias Criativas e coordenadora de Acessibilidade da Lume, Mariana Clarissa, e o publicitário e consultor em audiodescrição da Lume, Michel Platini, que vão trazer as técnicas da produção de conteúdo. “Esperamos que este conteúdo ajude a um grupo (pessoas cegas e com baixa visão) que está tão vulnerável à desinformação quanto outros grupos sociais, mas enfrenta mais dificuldades para checar informações e encontrar conteúdos jornalísticos e de qualidade que cumpram critérios básicos de acessibilidade. Também esperamos que possam produzir seus próprios conteúdos e criar audiências para suas pautas”, destaca a coordenadora geral do projeto, Carolina Monteiro.


As oficinas fazem parte do projeto Acelerando a Transformação Digital, realizado com recursos do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) e a Meta Journalism Project, e são o complemento da série de três episódios do LumeCast que exploram as causas e consequências da desinformação, como identificar notícias falsas e como fazer uma leitura crítica da mídia (https://anchor.fm/lumecast).


[...].,

 

MARCO ZERO CONTEÚDO. Projeto de acessibilidade jornalística promove oficinas de educação midiática para pessoas com deficiência visual. Disponível em: https://marcozero.org/projeto-de-acessibilidade-jornalistica-promove-oficinas-de-educacao-midiatica-para-pessoas-com-deficiencia-visual/. Acesso em: 09 jan. 2023. (fragmento)

 

Pela leitura da reportagem, constata-se que:

  1. as aulas teóricas e práticas adaptadas para deficientes visuais ajudam no combate às fakes news no mundo digital.
  2. a criatividade das pessoas cegas ou com baixa visão precisa ser estimulada, para que elas se sintam aceitas na internet.
  3. as pessoas cegas ainda não têm muitas visualizações em suas publicações das redes sociais, o que precisa ser mudado.
  4. a escassez de pessoas cegas ou com baixa visão que conseguem navegar na internet ainda é muito preocupante.
  5. as pessoas com deficiência visual precisam ser instruídas sobre as fakes news no meio virtual, a fim de possam identificá-las.
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Comentário do professor

A reportagem destaca que as oficinas de educação midiática são direcionadas às pessoas com deficiência visual para construir conhecimentos sobre fakes news e desinformação.

O propósito explícito é instruir esse público, fornecendo ferramentas para que possam identificá‑las ao circular no meio virtual.

Essa necessidade decorre das barreiras de acessibilidade que dificultam a checagem independente e aumentam a vulnerabilidade diante de informações falsas.

As oficinas promovem técnicas de verificação, desenvolvimento do pensamento crítico e capacitação para produzir conteúdo acessível, ampliando a autonomia informativa.

Logo, pela leitura do texto, conclui‑se que é imprescindível instruir pessoas com deficiência visual sobre fakes news para que possam reconhecê‑las e defender‑se da desinformação.

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