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Questão FC353268

João, servidor público estadual e que permanecia com as chaves da repartição em que trabalhava, permitiu que André, que não era servidor público, ali ingressasse e subtraísse diver

Improbidade Administrativa

FGV · 2018

João, servidor público estadual e que permanecia com as chaves da repartição em que trabalhava, permitiu que André, que não era servidor público, ali ingressasse e subtraísse diversos computadores do local. Os bens subtraídos ficaram, em sua integralidade, para André.


À luz da sistemática estabelecida na Lei nº 8.429/92, João e André praticaram ato de improbidade que consubstancia

  1. violação aos princípios regentes da atividade estatal.
  2. dano ao patrimônio público.
  3. crime de responsabilidade.
  4. enriquecimento ilícito.
  5. excesso de exação.
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Gabarito

B

Comentário do professor

Dano ao patrimônio público se configura quando há perda patrimonial do erário, nos termos do art. 10 da Lei nº 8.429/92. João, servidor que detinha as chaves, possibilitou o ingresso e a subtração dos computadores, prática que resultou em apropriação dos bens públicos pelo particular.

Trata‑se de uma conduta omissiva dolosa que facilitou a incorporação ao patrimônio privado de recursos pertencentes à Administração, gerando lesão ao erário. Assim, há ato de improbidade que causa dano ao patrimônio público.

Both the public agent (por ter concorrido para o resultado) and the terceiro (por se apropriar dos bens) podem responder na esfera da improbidade administrativa, com a responsabilização prevista na lei.

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