Questão FC375817
Nos sistemas Linux, as atividades dos programas são registradas em arquivos de registros, que recebem o nome de “logs”. Servem para que os administradores de sistemas revejam o que
Unix e Linux
Instituto Consulplan · 2022
Nos sistemas Linux, as atividades dos programas são registradas em arquivos de registros, que recebem o nome de “logs”. Servem para que os administradores de sistemas revejam o que foi feito no sistema, sendo que também há os registros dos usuários. Esses arquivos de registros ficam armazenados em um diretório específico dos sistemas Linux. Um arquivo de log é composto, normalmente, pelos seguintes campos: “Data | Hora | Máquina | daemon | mensagem”. O comando que controla o registro de logs do sistema é o [syslogd] que, com o uso de opções, tem sua ação muito mais completa. Sua sintaxe é: “syslogd [opções]”. Considerando o comando “syslogd -n”, o significado da opção “-n” é:
- Especificar um arquivo de configuração alternativo ao /etc/syslog.conf.
- Permitir redirecionar mensagens recebidas a outros servidores de logs especificados.
- Especificar a lista de domínios (separados por ":") que deverão ser retirados antes de enviados ao log.
- Evitar que o processo caia automaticamente em background. Necessário, principalmente, se o syslogd for controlado pelo init.
- Ativar o modo de depuração do syslog, que permanecerá operando em primeiro plano e mostrará as mensagens no terminal atual.
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Gabarito
D
Comentário do professor
-n faz com que o syslogd não se desligue do terminal nem crie processos em segundo plano; em outras palavras, mantém o processo em foreground em vez de permitir o background.
Daemons normalmente fazem "detach" (double‑fork), fecham descritores e seguem em background para rodar desacompanhados do terminal. A opção -n inibe esse comportamento, evitando o fork/daemonize automático.
Isso é crucial quando o serviço é gerido pelo init (ou por scripts de supervisão), pois o gerenciador precisa do processo em foreground para monitorar corretamente PID, capturar saída e controlar reinicializações. Se o daemon se backgroundar sozinho, o controle e a detecção de falhas podem falhar.
Além disso, executar em foreground facilita depuração e redirecionamento da saída para logs externos ou para sistemas de supervisão.
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