Questão FC384093
Leia o texto a seguir. Fotografias que marcam a nossa história Nájia Furlán Magia. Mistério. Lembranças. Alegria. O dia 17 de julho de 1975 ficou na memória dos curitibanos e visit
Morfologia
Instituto Verbena · 2024
Leia o texto a seguir.
Fotografias que marcam a nossa história
Nájia Furlán
Magia. Mistério. Lembranças. Alegria. O dia 17 de julho de 1975 ficou na memória dos curitibanos e visitantes. Até hoje, passados mais de 30 anos, o dia da neve, ou seja, o dia em que nevou pela última vez, é lembrado por motivos diversos e bem pessoais. No dia que nevou na capital paranaense, Cláudio Seto, de 60 anos, estava de passagem a caminho do Rio Grande do Sul, quando resolveu passar a noite em Curitiba. “Meu avô e os irmãos vieram na primeira leva de imigrantes ao Brasil. Um dos meus tios-avôs trazia uma espada de família e desapareceu em 1909, em Curitiba. A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado. Quando eu vim de São Paulo para cá, fui buscar a espada que um senhor tinha guardado por 30 anos. Quando ele me entregou, disse que eu não sacasse a espada, pois se eu o fizesse ou eu teria de matar alguém ou algo aconteceria, de bom ou ruim. Cheguei aqui no dia 16 de julho, em 75, e, na manhã seguinte, levantei, não resisti e puxei a espada, quando eu olhei pela janela, enxerguei a Praça Rui Barbosa toda branca, estava nevando por aqui”, conta Seto.
Disponível em: <https://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/ha-30-anos-curitiba-ficou-branca-de-neve/>. Acesso em: 25 jan. 2024.
No trecho “A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado”, o termo que se repete deve ser substituído, respeitando as regras gramaticais, pelo pronome ou pela junção “preposição + pronome”
- lhe.
- na.
- la.
- a.
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Gabarito
B
Comentário do professor
A forma correta é na, porque substitui o sintagma feminino singular "a espada" como pronome oblíquo átono ligado ao verbo.
O verbo da oração aparece em 3.ª pessoa do plural do pretérito ("acharam"), cuja terminação é um ditongo nasal (-am). Nesses casos a colocação do pronome exige a forma enclítica específica -na (equivalente a "a" incorporada ao verbo), formando acharam-na.
Assim, a sentença reescrita fica: "A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam-na no interior do Estado." A forma na mantém a função de objeto direto e respeita a norma de colocação pronominal após verbos terminados em -am.
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