Questão FC384629
Leia o Texto 1 para responder à questão. Texto 1 Mariana D’Andrea bate recorde e fica com ouro no halterofilismo Brasileira levanta 148 quilos para triunfar nos Jogos de Paris A pa
Interpretação de Textos (Compreensão)
Instituto Verbena · 2024
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Mariana D’Andrea bate recorde e fica com ouro no halterofilismo
Brasileira levanta 148 quilos para triunfar nos Jogos de Paris
A paulista Mariana D’Andrea fez história na manhã deste sábado (7), pois conquistou, nos Jogos Paralímpicos de Paris, obicampeonato no halterofilismo, categoria até 73 quilos, aolevantar 148 quilos, novo recorde paralímpico. Para ficar com o ouro, a brasileira superou a uzbeque Ruza Kuzieva, prata com 147 quilos, e a turca Sibel Cam, bronze com 120 quilos.
“Sem dúvida, o que eu quero é fazer história, deixar registrado esse momento quando eu sair, que eu ganhei novamente o ouro, virando bicampeã paralímpica. Já falei com o meu treinador que não vou parar, em Los Angeles [sede dos próximos Jogos Paralímpicos] vai ter mais um [ouro]”, afirmou a atleta de 26 anos.
Desde a conquista do ouro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio (2020), as marcas de Mariana seguiram evoluindo. Em agosto de 2023 a paulista se tornou a primeira medalhista de ouro brasileira na categoria adulta em um Mundial de halterofilismo, em Dubai 2023. O título foi atingido com ela competindo na categoria até 79 quilos e erguendo 151 quilos, o que ainda deu à brasileira o recorde mundial da prova.
Ela também conseguiu outros resultados expressivos, como o ouro na categoria até 73 quilos nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, o ouro na categoria até 73 quilos na Copa do Mundo de Dubai 2022 e o ouro na etapa de Tbilisi da Copa do Mundo 2021.
Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2024-09/mariana-dandrea-bate-recorde-e-fica-com-ouro-no-halterofilismo>. Acesso em: 07 set. 2024. [Adaptado].
Os Jogos Paralímpicos de Paris aconteceram nos meses de agosto e setembro de 2024, e o Brasil teve uma boa colocação no quadro de medalhas. O Texto 1 aponta que a atleta Mariana D’Andrea fez história nos jogos porque
- alcançou a segunda colocação na competição, superando a marca da uzbeque Ruza Kuzieva e da turca Sibel Cam.
- alcançou a terceira colocação na competição, superando a marca da uzbeque Ruza Kuzieva e da turca Sibel Cam.
- conquistou resultados expressivos no halterofilismo paralímpico, esporte muito valorizado nas mídias esportivas, tanto para atletas femininas como masculinos.
- conquistou o bicampeonato no halterofilismo, numa competição mundial ainda pouco veiculada pelas mídias, como é o caso do esporte paralímpico.
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Gabarito
D
Comentário do professor
Bicampeonato: o Texto 1 afirma que Mariana D’Andrea ganhou o ouro em Paris e já era campeã em Tóquio (2020), evidenciando o bicampeonato no halterofilismo paralímpico — motivo central para dizer que ela “fez história”.
Além disso, o texto registra que seu levantamento em Paris foi um recorde paralímpico e que ela também detém título e recorde mundial em mundiais recentes, o que reforça o caráter histórico da conquista.
O enunciado complementa que esse feito ocorre em uma competição mundial que costuma ser pouco veiculada pelas mídias, como é frequente no esporte paralímpico, aumentando o valor simbólico da vitória para visibilidade e representatividade.
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