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Questão FC426407

O ano de 2024 quebrou mais um recorde. Só que desta vez, no quesito “desastres ambientais”. O Brasil bateu recorde de emissões de carbono, chegando a um volume de 183 milhões de to

Meio Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade

IDECAN

O ano de 2024 quebrou mais um recorde. Só que desta vez, no quesito “desastres ambientais”. O Brasil bateu recorde de emissões de carbono, chegando a um volume de 183 milhões de toneladas, de acordo com o levantamento do Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus (Cams). Desse total, um terço (65 milhões de toneladas) foi emitido apenas no mês de setembro. Ainda, estatisticamente, o Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de registros em 14 anos: foram 68.635 ocorrências, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período em 2023. Somente em setembro, foram registrados 83.157 casos, tornando este o pior mês do ano em número histórico, até então, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Sendo responsável por emissões recorde de carbono em um curto período de tempo, sob o ponto de vista energético, o país pode experimentar um agravamento de escassez de recursos hídricos a partir de tais eventos. Do ponto de vista energético, as consequências vêm a médio e longo prazo, impactando na nossa maior fonte da matriz energética, que é a hídrica. Tais inferências nos levam diretamente ao preocupante índice de

  1. enchentes.
  2. esterilização do solo.
  3. queimadas.
  4. escassez de precipitações pluviais.
  5. poluição urbana.
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Gabarito

Certo

Comentário do professor

A alternativa queimadas é a correta porque os dados citados são típicos do monitoramento de focos de incêndio.

O INPE registrou especificamente "68.635 ocorrências" em agosto e "83.157 casos" em setembro — números que correspondem a focos de fogo detectados por sensoriamento remoto.

As queimadas explicam também as altas emissões de carbono (183 milhões de toneladas), já que a combustão de biomassa libera grandes quantidades de CO2 em períodos curtos.

Do ponto de vista energético, incêndios e desmatamento reduzem a cobertura vegetal e a disponibilidade hídrica, agravando a escassez de recursos hídricos.

Essa perda de água e alteração do regime de chuvas impactam a matriz hídrica, principal fonte de geração elétrica do país, causando efeitos médios e longos prazos.

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