Questão FC457157
A metodologia de avaliação dos controles internos consiste em avaliar os controles internos existentes e quantificá-los em níveis de efetividade. Dessa forma, uma empresa apresento
Auditoria Governamental
FGV · 2022
A metodologia de avaliação dos controles internos consiste em avaliar os controles internos existentes e quantificá-los em níveis de efetividade. Dessa forma, uma empresa apresentou os seguintes controles internos, avaliados em: 1 (controles não funcionais), 0,5 (controles funcionais medianos) e 0,2 (controles funcionais fortes).
Os auditores, ao solicitarem tais documentos de avaliação, podem concluir que:
- caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação do risco residual ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco inerente;
- independentemente do nível de controles internos, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um maior risco residual;
- caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco residual
- independentemente do nível de controles internos, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco residual;
- caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação da probabilidade e do impacto resultará em um menor risco residual.
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Gabarito
Certo
Comentário do professor
A alternativa está correta porque controles internos funcionais reduzem o risco de controle, que, em conjunto com o risco inerente, determina o risco residual.
Matematicamente: \(Risco\ Residual = RI \times RC\), onde RI é o risco inerente e RC é o risco de controle (avaliado aqui por 1, 0,5 ou 0,2 conforme a eficácia do controle).
Se o RI for 30% (0,30) e o controle for não funcional (RC = 1), o risco residual será 0,30. Com um controle forte (RC = 0,2), o risco residual cai para 0,06. Assim, a presença de controles funcionais torna o produto menor e, portanto, reduz o risco residual.
Em auditoria, essa relação orienta a extensão dos procedimentos: quanto mais eficazes os controles, menor a probabilidade de distorção após sua consideração.
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