Questão FC505718
Texto I A gente nunca dormiu tão mal – nem tão pouco. Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto do Sono de São Paulo, os brasileiros estão dormindo 1h30 a menos, em média, do que n
Morfologia
IBFC · 2022
Texto I
A gente nunca dormiu tão mal – nem tão pouco. Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto do Sono de São Paulo, os brasileiros estão dormindo 1h30 a menos, em média, do que na década de 1990: são só 6h30 por noite, em média. Mais de 70 milhões de brasileiros têm algum grau de insônia – muitos dormem só 4 horas por noite.
Por essas, as vendas de remédios pra dormir explodiram nos últimos anos. Só um deles, o zolpidem, cresceu 560% na última década – e hoje vende mais de 11 milhões de caixas por ano no Brasil. Mas o que pode estar causando essa epidemia de insônia? É seguro tomar remédios para dormir? Qual é a relação entre doenças mentais, como ansiedade e depressão, e a dificuldade para pegar no sono? E o que você pode fazer para dormir melhor? [...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/podcast-
terapia-6-sono-por-que-nunca-dormimos-tao-mal/. Acesso em: 16/07/2022
Em “A gente nunca dormiu tão mal – nem tão pouco.” (1º§), o termo destacado é uma conjunção que apresenta o seguinte valor semântico:
- adversativo.
- alternativo.
- aditivo.
- conclusivo.
Mostrar resposta e comentário
Gabarito
Certo
Comentário do professor
Conjunção coordenativa aditiva. Em "A gente nunca dormiu tão mal, nem tão pouco." o termo nem funciona como síndeto que liga duas orações de mesma categoria, conferindo-lhes relação de adição.
A segunda unidade, "nem tão pouco", é uma oração coordenada sindética aditiva e está elíptica quanto ao verbo (o predicado está subentendido). Assim, nem não expressa oposição ou conclusão, mas acrescenta uma informação paralela à primeira, reforçando e somando sentido à ideia já enunciada.
Exemplo paralelo: Não veio, nem avisou. Nesse tipo de construção, nem marca a adição de uma ação ou estado à já mencionada.
Conteúdo do catálogo FC Concursos · Atualizado em