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Questão FC552206

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Reencontro Ainda procuro por um amor que perdi... ... e nunca mais encontrei! Alguma parte que se perdeu. Foi embora! Sem

Interpretação de Textos (Compreensão)

IBAM · 2025

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Reencontro

 

Ainda procuro por um amor que perdi...

... e nunca mais encontrei!

Alguma parte que se perdeu.

Foi embora!

Sem dar o "Adeus" que precisava.

Procuro por uma paixão do futuro...

... que ainda não conheço.

Que um dia me fará feliz!

Procuro encontrar um outro "eu".

O qual perdi entre tantas incertezas.

E não sei se um dia o encontrarei...

Enquanto não resolvo o que não posso relembrar.

Vou vivendo meu mundo de hastes fracas.

Porém com estrutura estável!

Por enquanto, espero este reencontro.

Que pode ser um olhar.

Que pode desenrolar...

... o mais entrelaçado dos atos que não aconteceram.

Espero por um reencontro com o amor.

O "Amor" como entidade intensa...

... que me dá asas!

Que me faz sorrir!

Que dispensa ressurreições!

E me faz levitar quando fecho os olhos!

 

Rian Lopes

https://cronicas-curtas.blogspot.com/2014/08/reencontro.html

 

O verso "Que dispensa ressurreições!" implica que:

  1. o amor precisa ser constantemente renovado.
  2. o autor tem medo de que o amor seja revivido.
  3. o autor acredita que o amor nunca pode terminar.
  4. o amor descrito é tão forte e puro que não precisa ser revivido ou ressuscitado.
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Gabarito

D

Comentário do professor

Que dispensa ressurreições indica que o amor referido não precisa ser trazido de volta, porque nunca perde sua força essencial.

A expressão contrapõe a ideia de morte ou perda com a de continuidade. Ressurreição pressupõe reviver algo que morreu; dispensar é tornar isso desnecessário.

No poema, imagens como "me dá asas" e "me faz levitar" reforçam a noção de vitalidade constante e de alegria permanente que não exige retorno.

Trata‑se de um recurso figurado que destaca a intensidade e a permanência desse amor, visto como autossuficiente e sempre presente.

Portanto, a leitura correta é que o amor é tão puro e forte que não precisa ser revivido, sustentando-se por si só.

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