Questão FC576040
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras - mesmo que não ___ nenhuma delas?
Morfologia
NC UFPR (FUNPAR) · 2018
Considere o seguinte trecho de uma notícia publicada na Revista Super Abril:
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras - mesmo que não ___ nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
É que, de acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que ____. Em outras palavras, ____ a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais - e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem ____.
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/como-
pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-confiaveis-que-outros/>)
Assinale a alternativa com as formas verbais que preenchem corretamente as lacunas acima.
- conheçamos – conhecêssemos – tenderíamos – confiamos.
- conheçamos – conhecemos – tendemos – confiamos.
- conhecêssemos – conhecemos – tenderíamos – confiemos.
- conhecemos – conheçamos – tenderemos – confiaremos.
- conhecemos – conhecemos – tenderemos – confiemos.
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Gabarito
B
Comentário do professor
Na primeira lacuna, conheçamos aparece corretamente porque a locução mesmo que exige o modo subjuntivo para expressar hipótese ou possibilidade; assim, sugere-se não termos conhecimento de fato.
Na segunda lacuna, conhecemos deve estar no presente do indicativo, pois o texto refere‑se a um dado concreto: nossa percepção baseia‑se na semelhança com pessoas que efetivamente conhecemos.
A terceira lacuna usa tendemos no presente do indicativo porque descreve um comportamento geral, uma tendência atual e recorrente do sujeito.
Por fim, confiamos também no presente do indicativo mantém a coerência temporal ao afirmar que, de modo geral, costumamos confiar em estranhos que se assemelham a pessoas em quem já confiamos.
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