Questão FC588506
“Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e fo
Realidade Social, Histórica e Geográfica dos Estados
CONTEMAX · 2019
“Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira (3). Mas pequenos focos de fogo seguiam queimando partes das instalações da instituição que completou 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e dois imperadores..”
FOLHA DE SÃO PAULO, 02. 09. 2018. Disponível em: <https://glo.bo/2PsKxqg>.
Com base no texto acima, assinale a alternativa correta:
- Faltas de políticas públicas de preservação das estruturas físicas dos museus brasileiros, falta de investimento e a má gestão de riscos foi um dos fatores que levaram ao incêndio, além de problemas na estrutura, já que o edifício histórico não tinha um plano de proteção e combate a incêndios, o que o deixava em situação irregular.
- O Brasil, por ser um país famoso por sua diversidade cultural, é um exemplo mundial na preservação de museus, sendo o incêndio do Museu Nacional considerado uma fatalidade isolada na realidade brasileira.
- Apesar de o incêndio ter destruído todo o museu, as perdas não foram significativas, já que todo o acervo foi salvo antes do fogo se alastrar.
- O incêndio no museu nacional foi um ato criminoso, cujo culpado revelou seu plano de atear fogo no museu após intensa investigação policial.
- Não há como medir as perdas para a ciência e a cultura com o incêndio do museu e de seu acervo, já que não havia um sistema de catalogação das peças e não se pode saber o que foi consumido pelo fogo.
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Gabarito
A
Comentário do professor
A afirmação é correta porque identifica causas estruturais e de gestão que tornaram o Museu Nacional vulnerável ao incêndio. A falta de políticas públicas de preservação e o insuficiente investimento comprometeram manutenção, atualização de instalações e medidas preventivas.
Sem adequada gestão de riscos e sem um plano de proteção contra incêndios implementado, o edifício histórico estava em situação irregular, com maior probabilidade de incidentes e menor capacidade de resposta.
O caso evidencia a necessidade de ações permanentes: financiamento estável, manutenção preventiva, sistemas de detecção e combate, capacitação de pessoal e fiscalização técnica para proteger o patrimônio cultural e evitar perdas irreparáveis.
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