Questão FC669854
Texto para o item. Polícia de SP investiga se contador morto a tiros, sem reagir, foi vítima de latrocínio ou execução; veja vídeo A Polícia Civil investiga se um contador morto a
Concordância (Verbal e Nominal)
QUADRIX · 2025
Texto para o item.
Polícia de SP investiga se contador morto a tiros, sem reagir, foi vítima de latrocínio ou execução; veja vídeo
A Polícia Civil investiga se um contador morto a tiros, sem reagir, foi vítima de latrocínio ou execução na Zona Sul de São Paulo. O caso ocorreu na manhã da última quarta‑feira (29) em frente a empresa de contabilidade onde ele trabalhava, e foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo abaixo; as cenas são fortes).
José Horley de Sousa tinha 36 anos e foi baleado quando estava dentro de seu carro, estacionado na Rua Coronel Francisco Inácio, na região do Sacomã. Ele ainda chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Heliópolis, onde não resistiu aos ferimentos e morreu.
O criminoso é um motociclista, que fugiu após roubar o relógio e a carteira do contador e atirar ao menos quatro vezes nele.
Imagens gravadas por câmeras de segurança, e que circulam nas redes sociais, mostram que José não reagiu ao assalto. As cenas mostram que o carro, um Chevrolet Cruize vermelho, está parado na rua, quando um homem numa moto sobe a calçada se aproxima e aponta a arma para o veículo, que estava com os vidros escuros fechados.
No vídeo, feito por duas câmeras, ainda é possível ver o contador abrir a porta e entregar os pertences ao criminoso, que atira diversas vezes no motorista.
O bandido, que usa mochila e capacete, foge em seguida na sua motocicleta.
O caso foi registrado inicialmente como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, no 95º Distrito Policial (DP), Cohab‑Heliópolis.
Mas segundo o delegado que investiga a morte do contador e tenta identificar o criminoso, também está sendo apurada a possibilidade de José ter sido vítima de uma execução.
“O caso foi inicialmente registrado como latrocínio, mas a possibilidade de homicídio também é investigada. Estamos trabalhando com as duas vertentes”, afirmou à reportagem o delegado Carlos Miranda. De acordo com a investigação, a moto do criminoso não era roubada, mas estaria usando placa clonada. O celular do contador e um comprovante de transação bancária, no valor de R$ 50 mil, que estavam no automóvel da vítima, foram apreendidos pela polícia.
Além de analisar as imagens das câmeras de vídeo, que gravaram a morte do contador, a investigação quer ouvir o depoimento de testemunhas.
Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Com base no texto, julgue o item a seguir.
No trecho “ O celular do contador e um comprovante de transação bancária, no valor de R$ 50 mil, que estavam no automóvel da vítima, foram apreendidos pela polícia.”, o termo “apreendidos” concorda tanto com “contador” quanto com “comprovante”
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Gabarito
Errado
Comentário do professor
A afirmação foi considerada ERRADO porque confunde o núcleo do sujeito. Em "O celular do contador e um comprovante...", o que concorda com apreendidos são os núcleos "celular" e "comprovante", não o substantivo isolado "contador". Ou seja, "contador" faz parte do complemento "do contador" e não é sujeito independente.
Além disso há ambiguidade na oração relativa "que estavam no automóvel da vítima". Se a oração refere‑se apenas ao comprovante, o verbo deve ficar no singular ("que estava"). Se refere‑se a ambos os objetos, a pontuação e a posição do aposto "no valor de R$ 50 mil" geram estranhamento e convém reescrever para evitar ambiguidade.
Exemplos corretos: "O celular do contador e o comprovante de transação bancária, no valor de R$ 50 mil, que estavam no automóvel da vítima, foram apreendidos." (ambos no carro) ou "O celular do contador e um comprovante de transação bancária, no valor de R$ 50 mil, que estava no automóvel da vítima, foram apreendidos." (apenas o comprovante no carro).
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