Questão FC699953
Language learning styles and strategies are among the main factors that help determine how – and how well – our students learn a second or foreign language. The term L2 is used in
Questões Interdisciplinares de Inglês
VUNESP · 2025
Language learning styles and strategies are among the main factors that help determine how – and how well – our students learn a second or foreign language. The term L2 is used in this text to refer to either a second or a foreign language, following the tradition in our field
Learning styles are the general approaches – global or analytic, auditory or visual – that students use in acquiring a new language or in learning any other subject. These styles are “the overall patterns that give general direction to learning behavior” (Cornett 1983, p. 9). Of great relevance is this statement: “Learning style is the biologically and developmentally imposed set of characteristics that make the same teaching method wonderful for some and terrible for others” (Dunn and Griggs 1988, p. 3).
Learning strategies are defined as “specific actions, behaviors, steps, or techniques – such as seeking out conversation partners, or giving oneself encouragement to tackle a difficult language task – used by students to enhance their own learning” (Scarcella and Oxford 1992, p. 63). When the learner consciously chooses strategies that fit his or her learning style and the L2 task at hand, these strategies become a useful tool-kit for active, conscious, and purposeful self-regulation of learning. Learning strategies can be classified into six types: cognitive, metacognitive, memoryrelated, compensatory, affective, and social.
A autora menciona o uso do termo “L2” para designar o inglês tanto como língua estrangeira quanto como segunda língua. A BNCC adota o conceito de língua franca para o inglês a ser ensinado nas escolas. A opção por esse conceito, como mencionado na BNCC, implica
- aceitar que não há mais um padrão único de inglês correto a ser ensinado na sala de aula.
- diminuir a importância do falante nativo de inglês como modelo de falante a ser seguido.
- unificar os diversos termos usados para referência à língua inglesa e seu ensino-aprendizagem.
- abandonar a diferença entre os conceitos de língua estrangeira e segunda língua.
- desconsiderar erros cometidos por alunos, já que falantes de inglês como Língua Franca também os cometem.
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Gabarito
A
Comentário do professor
Adotar o conceito de língua franca para o ensino de inglês implica, em primeiro plano, aceitar que não há um padrão único de inglês correto a ser ensinado na sala de aula.
Isso significa valorizar a comunicação entre falantes de diferentes origens e reconhecer variedades pluricêntricas da língua, em vez de privilegiar exclusivamente o modelo do falante nativo.
Na prática pedagógica, o foco desloca‑se para a inteligibilidade e a eficácia comunicativa: o que importa é ser compreendido e negociar sentido em contextos reais de uso.
Consequentemente, escolhas metodológicas, materiais e critérios avaliativos passam a considerar diversidade de sotaques, estruturas e usos legítimos da língua.
Essa perspectiva amplia o repertório comunicativo do aluno e orienta o ensino para competências práticas e interculturais.
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