Questão FC700941
Observação: A Classificação Periódica encontra-se no final deste caderno. Leia o texto a seguir para responder à questão. Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Sem classificação
VUNESP · 2025
Observação: A Classificação Periódica encontra-se no final deste caderno.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, o gambá (saruê ou raposinha) pode ser encontrado por todo o município, em locais com áreas verdes e arborizadas e em florestas úmidas. Esses animais são solitários, vivendo em árvores ou no solo. Alimentam-se de vários tipos de alimentos, como insetos, cobras pequenas, ovos de pássaros e frutas. Aparecem principalmente na primavera, durante a época de reprodução da espécie. A crescente fragmentação dos remanescentes de mata nos arredores da cidade tem causado a aproximação dos gambás às áreas urbanas, o que pode representar um agravo à saúde pública: por meio da urina podem transmitir leptospirose e, caso mordam, podem transmitir a raiva.
(Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
de São Paulo. Disponível em: https://capital.sp.gov.br/web/meio_ambiente/w/servicos/ fauna/especies_da_cidade/8933. Adaptado)
Com relação ao desenvolvimento embrionário do gambá, o embrião é formado a partir da fecundação de um óvulo
- oligolécito, com pouco vitelo, que entra em contato com a parede uterina, originando uma placenta rudimentar.
- alécito, com quantidade média de vitelo, e é formada uma placenta vitelínica para alimentar o embrião.
- telolécito, com pouco vitelo, sem que haja a formação de uma placenta ligada à parede do útero.
- centrolécito, com quantidade média de vitelo, com formação de placenta ligada à parede do útero.
- heterolécito, com vitelo com distribuição desigual, sem que haja formação de saco vitelínico e de placenta.
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Gabarito
A
Comentário do professor
Gambá é um mamífero marsupial, e seu óvulo é oligolécito, isto é, apresenta pouca quantidade de vitelo. Essa característica condiciona um desenvolvimento intrauterino curto, porque o embrião não conta com reservas vitelinas abundantes.
Durante a gestação ocorre contato entre o embrião e a parede uterina, dando origem a uma placenta rudimentar, menos complexa e mais transitória que a dos mamíferos placentários. Essa placenta fornece nutrição inicial e suporte fisiológico ao embrião.
Após o nascimento precoce, os filhotes completam o desenvolvimento externo no marsúpio, alimentando-se do leite materno. Assim, a descrição de óvulo oligolécito com formação de placenta rudimentar traduz corretamente o padrão reprodutivo do gambá.
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