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Questão FC700942

Observação: A Classificação Periódica encontra-se no final deste caderno. Leia o texto a seguir para responder à questão. Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente

Sem classificação

VUNESP · 2025

Observação: A Classificação Periódica encontra-se no final deste caderno.

 

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, o gambá (saruê ou raposinha) pode ser encontrado por todo o município, em locais com áreas verdes e arborizadas e em florestas úmidas. Esses animais são solitários, vivendo em árvores ou no solo. Alimentam-se de vários tipos de alimentos, como insetos, cobras pequenas, ovos de pássaros e frutas. Aparecem principalmente na primavera, durante a época de reprodução da espécie. A crescente fragmentação dos remanescentes de mata nos arredores da cidade tem causado a aproximação dos gambás às áreas urbanas, o que pode representar um agravo à saúde pública: por meio da urina podem transmitir leptospirose e, caso mordam, podem transmitir a raiva.

 

(Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente

de São Paulo. Disponível em: https://capital.sp.gov.br/web/meio_ambiente/w/servicos/ fauna/especies_da_cidade/8933. Adaptado)

 

Conforme descrito no texto, o gambá pode transmitir doenças, sendo que

  1. as duas doenças citadas podem ser prevenidas com vacinação.
  2. as duas doenças citadas são tratadas com antibióticos.
  3. a leptospirose é causada por protozoários e a raiva por vírus.
  4. no ciclo de vida da leptospirose há hospedeiro intermediário e hospedeiro definitivo.
  5. a raiva é considerada uma zoonose e há reservatórios naturais do patógeno envolvido
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Gabarito

Errado

Comentário do professor

Raiva é uma zoonose, ou seja, uma doença que circula entre animais e pode ser transmitida ao ser humano. Trata‑se de infecção viral que se mantém em populações animais, que funcionam como reservatórios naturais do agente causador.

Esses reservatórios são espécies que hospedam e propagam o vírus de forma contínua, como morcegos, cães e outros mamíferos silvestres. A transmissão mais comum para humanos ocorre pela mordida ou contato direto com saliva contaminada, conforme indicado no texto.

Do ponto de vista epidemiológico, reconhecer a existência de reservatórios naturais é essencial para a prevenção e controle: medidas incluem vacinação de animais domésticos, vigilância de fauna e profilaxia pós‑exposição em pessoas expostas. Essas características justificam a alternativa como correta.

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