Questão FC701267
Há alguns anos, num condomínio recém-construído da zona leste de São Paulo, com apartamentos no valor de até R$ 1,3 milhão, os moradores foram surpreendidos, logo após a mudança, a
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VUNESP · 2025
Há alguns anos, num condomínio recém-construído da zona leste de São Paulo, com apartamentos no valor de até R$ 1,3 milhão, os moradores foram surpreendidos, logo após a mudança, ao encontrar ninhos de ratos-de-telhado (Rattus rattus) em suas varandas gourmet. “Descobrimos que a construtora havia cometido vários erros”, conta o síndico Marcos Burti. A infestação só foi resolvida com a contratação de uma empresa de manejo de pragas.
(www.saopaulo.sp.leg.br. Adaptado)
Os ratos-de-telhado fazem parte da fauna sinantrópica, ou seja, animais que estão adaptados ao ambiente urbano e à proximidade com os seres humanos.
Considerando que todas as medidas de desratização foram tomadas, os moradores foram instruídos a promover o chamado manejo integrado de pragas, que envolve tomar medidas preventivas de antirratização. Dessa forma, uma dessas medidas consideradas seguras e que podem ser adotadas pelos moradores do condomínio seria
- a remoção de fontes de alimentos, abrigo e água disponíveis para essa espécie.
- a aplicação de rodenticidas específicos para essa espécie dentro da tubulação de água.
- a utilização de telas e grades elétricas nas janelas e portões do condomínio.
- a captura de roedores, a fim de esterilizá-los, e posterior soltura no condomínio.
- a dispersão de alguns alimentos com rodenticidas em pontos de circulação desses ratos.
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Gabarito
A
Comentário do professor
A alternativa correta aponta a remoção de fontes de alimentos, abrigo e água como medida preventiva. Isso se baseia no comportamento do rato-de-telhado: ele ocupa locais onde há fácil acesso a comida, água e locais protegidos para nidificar.
Na prática, moradores devem guardar alimentos em recipientes vedados, não deixar restos ou ração em varandas, fazer manejo adequado do lixo, eliminar entulhos e vedar frestas e orifícios que sirvam de abrigo.
Essas ações são seguras para pessoas e animais domésticos e eficazes porque atacam a causa da infestação e reduzem a atratividade do ambiente para os roedores.
Como medida do manejo integrado de pragas, elas devem ser contínuas e combinadas com manutenção estrutural e limpeza regular para prevenir novos surtos.
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