Questão FC701455
A biópsia embrionária em fase de blastocisto
Sem classificação
VUNESP · 2025
A biópsia embrionária em fase de blastocisto
- consegue a remoção de 5 a 10 células do trofoectoderme para análise.
- requer a abertura da zona pelúcida por meio enzimático, para a remoção do primeiro corpúsculo polar.
- é usada quando se precisa fazer somente a investigação da contribuição materna no embrião.
- utiliza a tripsina para romper a membrana lipoproteica embrionária para que a agulha alcance o blastocisto sem rompê-lo.
- requer o uso do ácido de Tyrode, que é uma solução aquosa básica que é usada para fazer um buraco de aproximadamente 30μm na zona pelúcida.
Mostrar resposta e comentário
Gabarito
A
Comentário do professor
A alternativa apresenta a característica essencial da biópsia de blastocisto: a retirada de células do trofoectoderme para fins diagnósticos.
Na prática, realiza‑se a biópsia quando o embrião alcança a fase de blastocisto (geralmente dia 5–6). O material obtido pertence ao trofoectoderme, a camada externa que dará origem principalmente à placenta.
Costuma‑se remover cerca de 5 a 10 células, número suficiente para assegurar qualidade e confiabilidade da análise genética (como PGT) e, ao mesmo tempo, minimizar o impacto sobre a massa celular interna, que formará o feto.
O procedimento é realizado por micromanipulação com auxílio de laser ou métodos controlados de abertura da zona pelúcida, visando segurança e preservação do embrião.
Conteúdo do catálogo FC Concursos · Atualizado em