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Questão FC871511

Em colisão carro–poste, vítima adulta consciente, hemodinamicamente estável, sentada no banco do motorista, com dor cervical e sem fraturas aparentes de extremidades; após seguranç

Sem classificação

IDIB · 2026

Em colisão carro–poste, vítima adulta consciente, hemodinamicamente estável, sentada no banco do motorista, com dor cervical e sem fraturas aparentes de extremidades; após segurança de cena, indique a conduta adequada para manipulação e transporte.

  1. Realizar extricação com Dispositivo de Extricação de Kendrick (KED – Kendrick extrication device) e manter a vítima imobilizada na prancha rígida longa durante todo o transporte, para maximizar a “imobilização” vertebral.
  2. Priorizar a instalação imediata do colar cervical (rígido) antes de avaliar via aérea, respiração e circulação, pois a proteção medular deve preceder qualquer intervenção no trauma.
  3. Executar autoextricação orientada para a maca da ambulância, com colar cervical (rígido) e fixação na maca, e reservar prancha rígida para retirada do local e evitar permanência prolongada nela.
  4. Realizar retirada rápida com três profissionais como técnica padrão em vítimas estáveis no interior do veículo, por reduzir tempo de cena, independentemente de contraindicações à autoextricação.
  5. Transferir a vítima para prancha rígida longa com rolamento em bloco e elevar a cabeceira acima de 45°, pois a flexão reduz dor e melhora alinhamento cervical durante o transporte.
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Gabarito

Certo

Comentário do professor

Para vítima consciente, estável e sentada com dor cervical, a conduta correta é a autoextricação orientada para a maca da ambulância.

Antes da movimentação aplique colar cervical rígido e oriente o paciente a sair como um bloco único, obedecendo instruções claras e lentas.

Ao acomodar na maca proceda à fixação na maca com cintas torácica e pélvica e imobilização da cabeça com talas laterais ou toalhas, mantendo alinhamento cervical.

Use a prancha rígida apenas para retirada do local quando necessário e para transposição de espaços confinados, evitando permanência prolongada sobre ela.

Monitore sinais vitais e estado neurológico durante todo o processo e esteja preparado para imobilizar mais rigidamente se houver piora clínica.

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