Questão FC871781
Após coletar as evidências de um crime digital, segundo cadeia de custódia, o perito deve garantir a integridade de evidências para análise. A técnica aprovada pela FIPS 202 para c
Auditoria de TI e Forense Computacional
FGV · 2026
Após coletar as evidências de um crime digital, segundo cadeia de custódia, o perito deve garantir a integridade de evidências para análise.
A técnica aprovada pela FIPS 202 para cuidar dessas evidências é
- copiar as evidências para pendrive com encriptação SH1 de 64 bits
- enviar dados para a Nuvem.
- enviar as evidências via via SFTP.
- utilizar o algoritmo de hash (SHA3-256).
- utilizar o algoritmo de hash (SHA-256).
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Gabarito
D
Comentário do professor
A norma FIPS 202 especifica a família SHA‑3, sendo o SHA3-256 uma função de hash criptográfica que produz um resumo fixo de 256 bits. Sua construção é baseada no algoritmo Keccak, do tipo sponge, conferindo propriedades essenciais para perícia: integridade, resistência a pré-imagem e resistência a colisões na prática.
No procedimento pericial, calcula-se o hash SHA3-256 dos arquivos/evidências assim que são coletados e registra-se o valor, o algoritmo e a hora na cadeia de custódia. Posteriormente, qualquer reanálise valida a integridade recomputando o hash e comparando com o valor armazenado.
Usar SHA3-256 garante um mecanismo robusto e padronizado para proteger alterações não detectadas nas evidências digitais.
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