Questão FC871894
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º de junho de 2018) em caráter “irrevogável e irretratável”. Parente ficou exatamente dois ano
Política
VUNESP · 2018
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º de junho de 2018) em caráter “irrevogável e irretratável”. Parente ficou exatamente dois anos no comando da Petrobras, já que tomou posse no dia 1º de junho de 2016.
(G1, 1 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/empsJR>. Adaptado)
A decisão de Pedro Parente, ocorrida após a paralisação dos caminhoneiros, teve como fundamento
- a oposição com relação à decisão do governo federal em subsidiar a produção de combustíveis.
- o comprometimento da balança de pagamentos do governo federal devido à estatização de refinarias.
- o impacto nos recursos financeiros da Petrobras ocasionado pela queda no consumo de combustíveis.
- o questionamento sobre a política de preços da Petrobras adotada durante a sua gestão.
- a crítica pública que a Petrobras recebeu do governo federal, responsabilizando-a pela crise.
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Gabarito
D
Comentário do professor
A alternativa está correta porque a saída de Pedro Parente decorreu do debate público sobre a política de preços da Petrobras, adotada em sua gestão.
Essa política buscava alinhar os valores dos combustíveis ao mercado internacional e à variação do câmbio, com reposicionamentos periódicos para evitar distorções fiscais e prejuízos à empresa.
Durante a greve dos caminhoneiros, a cobrança social e política sobre os aumentos e a estabilidade dos preços intensificou-se. Parente declarou que não mudaria a diretriz, o que ampliou a pressão sobre o governo.
Diante do desgaste institucional e da contestação pública da referida política, optou pela renúncia, reconhecendo que o tema havia sido o fator decisivo para sua saída.
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