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Questão FC888297

As fraturas radiculares decorrentes de lesões traumáticas dentoalveolares são lesões que envolvem tanto as estruturas de suporte do dente quanto as suas estruturas pulpares e tecid

Traumatismo Dentoalveolar

CRS (PM MG) · 2026

As fraturas radiculares decorrentes de lesões traumáticas dentoalveolares são lesões que envolvem tanto as estruturas de suporte do dente quanto as suas estruturas pulpares e tecidos mineralizados. De acordo com ESTRELA e BUENO (2023) – Ciência Endodôntica, no tocante a essas fraturas radiculares, analise as assertivas abaixo:  

I - O diagnóstico das fraturas radiculares é essencialmente radiográfico.

II - A localização da fratura é determinante do prognóstico.

III - A obliteração da cavidade pulpar é um achado frequente, relacionado à cicatrização das fraturas radiculares, principalmente no fragmento coronário.

IV - Para o tratamento da necrose pulpar em dentes com fratura radicular, o fato de o fragmento apical normalmente conter tecido pulpar vital, permite que o tratamento endodôntico seja realizado apenas no fragmento coronário.

 

Marque a alternativa CORRETA.

  1. Apenas as assertivas I e IV são verdadeiras.
  2. Apenas as assertivas I, III e IV são verdadeiras.
  3. Apenas as assertivas II e IV são verdadeiras.
  4. Apenas as assertivas II e III são verdadeiras.
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Gabarito

A

Comentário do professor

Alternativa A: apenas as assertivas I e IV são verdadeiras.

Diagnóstico radiográfico: em fratura radicular os sinais clínicos podem simular luxações, com mobilidade e deslocamento do fragmento coronário. A identificação da linha de fratura depende sobretudo de radiografias em diferentes angulações; exposições iniciais nem sempre mostram a fratura, que pode ficar evidente posteriormente por deslocamento do fragmento ou alterações no tecido ao redor.


Tratamento endodôntico segmentado: o fragmento apical costuma manter a vitalidade por preservação do suprimento sanguíneo. Quando ocorre necrose do tecido pulpar no fragmento coronário, é aceitável conduzir a terapia endodôntica apenas nesse segmento, preservando o ápice vital. Exige-se técnica cuidadosa até a linha de fratura, obturação adequada do fragmento coronário e acompanhamento clínico‑radiográfico periódico.

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