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Questão FC891019

A respeito da prática do uso de sistemas de controle de versão no contexto de DevOps, considerando o cenário de uma equipe que mantém um sistema de software próprio funcionando em

Modelos de Ciclo de Vida e Metodologias de Desenvolvimento

Vunesp 2 · 2025

A respeito da prática do uso de sistemas de controle de versão no contexto de DevOps, considerando o cenário de uma equipe que mantém um sistema de software próprio funcionando em uma organização, é correto afirmar que

  1. se recomenda não inserir scripts e arquivos de configuração relacionados à criação automática de infraestrutura em repositórios de sistemas de controle de versão, por razões de segurança, uma vez que segredos e detalhes sobre a infraestrutura ficariam mais expostos.
  2. é justificada exclusivamente quando a equipe trabalha de forma geograficamente distribuída, uma vez que, estando no mesmo escritório físico, haveria maior facilidade em trabalhar com pastas compartilhadas em um servidor local, o que provê maior simplicidade de uso.
  3. é recomendada para equipes grandes, mas pouco recomendada para equipes pequenas, sendo que, em projetos realizados por um único desenvolvedor, essa prática não deve ser adotada.
  4. se justifica utilizar vários repositórios e sistemas de versionamento, simultaneamente, para diferentes tipos de arquivos, artefatos de projeto, objetos e serviços, mesmo que isso requeira conhecimentos da equipe em diferentes ferramentas.
  5. sua utilização se dá exclusivamente pela equipe de desenvolvimento, e não pela equipe de operações, já que esta equipe não lida com código-fonte, arquivos de scripts de testes automatizados etc
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Gabarito

D

Comentário do professor

A alternativa aponta que é justificável adotar vários repositórios e até diferentes sistemas de versionamento para tipos distintos de artefatos: código-fonte, binários, imagens de container, configurações de infraestrutura, modelos de dados, documentação etc. Em um contexto DevOps, cada classe de artefato tem requisitos próprios de armazenamento, acesso e ciclo de vida, e ferramentas especializadas podem oferecer melhor performance, controles de acesso e integração com pipelines.

Isso exige que a equipe tenha conhecimento de mais de uma ferramenta, o que é um custo, mas frequentemente compensa na gestão adequada de cada tipo de artefato e na automação das entregas. A decisão deve ser baseada em critérios técnicos e operacionais, não em dogma.

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