Flashcard FC894782
Como se caracteriza e como deve ser manejada a cetoacidose diabética euglicêmica associada a inibidores de SGLT2?
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CRS (PM MG) · 2026
Como se caracteriza e como deve ser manejada a cetoacidose diabética euglicêmica associada a inibidores de SGLT2?
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Resposta
Inibidores de SGLT2 podem causar cetoacidose diabética com glicemia normal ou discretamente elevada, associada a acidose metabólica com ânion gap e cetonemia importante.• Mecanismo: redução de insulina circulante e aumento relativo de glucagon, desidratação e estímulo à lipólise e cetogênese, elevando corpos cetônicos mesmo com glicose baixa.
• Quadro clínico: taquicardia e pressão arterial aumentadas, náuseas, vômitos, dor abdominal, acidose metabólica com ânion gap elevado e cetonemia/ceronúria importantes, glicemia frequentemente <250 mg/dL.
• Manejo: suspender o fármaco, correção volêmica, insulina IV e reposição de eletrólitos, administrar glicose quando necessário para permitir insulina e suprimir cetogênese, e identificar fatores precipitantes como infecção, jejum ou redução de insulina.
Veja como foi cobrado:
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