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Questão FC209549

A Síndrome de Klinefelter é pouco e tardiamente diagnosticada em nosso meio, sendo os dados de tamanho testicular, LH, FSH, testosterona e presença de azoospermia no espermograma o

Questões sem classificação de assunto (Segurança e Saúde no Trabalho (SST))

FGV · 2023

A Síndrome de Klinefelter é pouco e tardiamente diagnosticada em nosso meio, sendo os dados de tamanho testicular, LH, FSH, testosterona e presença de azoospermia no espermograma os mais importantes para seu diagnóstico, principalmente na puberdade e na vida adulta.

 

A alteração cromossômica dessa doença é

  1. trissomia do cromossomo 21.
  2. alteração no códon do gene beta globina.
  3. mutação específica de genes no cromossomo X.
  4. dois cromossomos X e um Y (XXY).
  5. alterações nas duas cópias do gene CFTR.
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Gabarito

D

Comentário do professor

Na Síndrome de Klinefelter, a alteração cromossômica específica que caracteriza a condição é a presença de dois cromossomos X e um cromossomo Y, resultando na configuração XXY.

Isso significa que os indivíduos afetados possuem um cromossomo Y, que é o responsável pela determinação do sexo masculino, mas também um cromossomo X adicional, levando a uma série de características clínicas associadas à síndrome.

Essa alteração pode resultar em diversos efeitos no desenvolvimento físico e hormonal, como diminuídos níveis de testosterona, infertilidade e características sexuais secundárias menos pronunciadas. O diagnóstico muitas vezes é feito por meio de exames genéticos que confirmam a presença dessa trissomia.

Em resumo, a confirmação da configuração cromossômica XXY é crucial para o entendimento e manejo dessa síndrome, sendo uma das primeiras etapas no processo de diagnóstico.

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