FC ConcursosFC Concursos

Questão FC224112

O trecho a seguir faz parte do artigo “Novas Tecnologias e as fintechs: o que há de novo no front”, de Luiz Macahyba, publicado no site do Observatório do Sistema Financeiro, em 03

Atualidades do Mercado Financeiro

CESGRANRIO · 2024

O trecho a seguir faz parte do artigo “Novas Tecnologias e as fintechs: o que há de novo no front”, de Luiz Macahyba, publicado no site do Observatório do Sistema Financeiro, em 03/11/2021.

 

[...], as discussões acerca do impacto das novas tecnologias – Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina, Computação em Nuvens, entre outras – na “linha de produção” do setor financeiro precisam envolver, no mínimo, reguladores, agentes de mercado e o meio acadêmico. É evidente o fato de que cada um dos grupos citados acima tem percepções distintas entre si acerca deste fenômeno.

 

Disponível em: https://sites.google.com/view/osfufrj/blog#h.r007yy ua6gy4. Acesso em: 07 fev. 2024.

 

A difusão de tecnologias disruptivas no mercado financeiro traz não só novas oportunidades de negócios, mas também novos desafios para reguladores, agentes de mercado e acadêmicos, como mencionado no texto acima.

 

Nesse contexto dos bancos na era digital, os órgãos reguladores devem atuar para

  1. impedir que as novas tecnologias eliminem as formas tradicionais de realizar transações no mercado.
  2. evitar assimetria regulatória entre os novos entrantes no mercado e as instituições bancárias tradicionais.
  3. eliminar os riscos de fraude que as transações digitais trazem para os usuários, através de garantias como as do Fundo Garantidor de Crédito.
  4. garantir as parcelas de mercado das instituições bancárias que não conseguem aderir às inovações.
  5. limitar o uso da inteligência artificial nas operações de concessão de crédito, evitando o aumento da inadimplência.
Mostrar resposta e comentário

Gabarito

B

Comentário do professor

Asimetria regulatória refere-se a diferenças nas regras aplicáveis a participantes que atuam em mercados semelhantes. Os órgãos reguladores devem atuar para evitar assimetrias, garantindo que novos entrantes e instituições tradicionais submetam-se a exigências compatíveis com os riscos que apresentam.


Essa atuação preserva a competitividade leal e reduz a possibilidade de arbitragem regulatória, em que agentes exploram lacunas normativas para obter vantagem indevida.


Na prática, isso envolve critérios proporcionais (ex.: requisitos de capital, prevenção a fraudes, governança e proteção de dados), mecanismos como regulatory sandboxes e supervisão focada em riscos, permitindo inovação sem comprometer a proteção ao consumidor e a estabilidade do sistema.

Conteúdo do catálogo FC Concursos · Atualizado em

Continue aprendendo