Questão FC245705
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Ela não é nec
Manual de Redação da Presidência da República (MRPR)
IDECAN · 2019
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Ela não é necessariamente árida e contrária à evolução da língua, uma vez que sua finalidade é comunicar com objetividade e clareza. Desta forma, a redação oficial deve caracterizar-se por:
- clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa.
- clareza e precisão nos pronomes de tratamento; tradicionalismos; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa.
- coerência; impessoalidade; profusão de normas, hipóteses; formalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa.
- coerência; impessoalidade; profusão de normas, hipóteses; formalidade e padronização; identificação do signatário, depois do nome do cargo; e uso da norma padrão da língua portuguesa.
- clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e coerência; impessoalidade; uso de vocativos, tradicionalismos; formalidade e padronização; e uso da norma padrão da língua portuguesa.
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Gabarito
A
Comentário do professor
A alternativa correta agrupa os atributos que o Manual de Redação da Presidência da República exige para a redação oficial, porque sua finalidade é comunicar atos e informações do Poder Público com eficiência.
Clareza e precisão garantem que a mensagem seja entendida sem ambiguidades; termos técnicos são usados quando necessários e explicados quando úteis.
Objetividade e concisão evitam informações supérfluas, focando no que é essencial para a tomada de decisão ou cumprimento de providências.
Coesão e coerência estruturam o texto de modo lógico, facilitando a leitura e a interpretação sequencial das ideias.
A impessoalidade preserva a neutralidade administrativa; a formalidade e a padronização asseguram uniformidade entre documentos públicos.
Por fim, o uso da norma padrão da língua portuguesa legitima e universaliza a compreensão institucional, atendendo ao interesse público.
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