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Questão FC260377

Ao iniciar um processo de avaliação de riscos em um trabalho de auditoria, o auditor deve recordar que existem diferentes tipos de riscos que carecem de avaliação e respostas espec

Auditoria Independente

FGV · 2023

Ao iniciar um processo de avaliação de riscos em um trabalho de auditoria, o auditor deve recordar que existem diferentes tipos de riscos que carecem de avaliação e respostas específicas.


No contexto da auditoria das demonstrações contábeis, conforme definido pelas normas de auditoria, o risco definido pela “suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que pode ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados” deve ser tratado como um risco:

  1. de controle;
  2. de detecção;
  3. de distorção;
  4. inerente;
  5. operacional.
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Gabarito

D

Comentário do professor

Risco inerente é a suscetibilidade de uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo ou divulgação a uma distorção que possa ser relevante, antes da consideração de quaisquer controles relacionados. Em outras palavras, é o risco intrínseco ligado à própria natureza da conta ou transação.

Fatores que elevam o risco inerente incluem complexidade, estimativas contábeis, julgamento significativo, volume de transações e exposição a fraude ou mudanças no ambiente econômico.

O auditor avalia o risco inerente porque, em conjunto com o risco de controle, determina o risco de distorção relevante: \(RMM = IR \times CR\). A partir disso é fixado o nível de risco de detecção aceitável e se define a natureza, o momento e a extensão dos procedimentos de auditoria.

Assim, identificar e mensurar corretamente o risco inerente orienta o planejamento e a focalização dos trabalhos, concentrando esforços onde há maior probabilidade de distorções relevantes.

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