Questão FC260377
Ao iniciar um processo de avaliação de riscos em um trabalho de auditoria, o auditor deve recordar que existem diferentes tipos de riscos que carecem de avaliação e respostas espec
Auditoria Independente
FGV · 2023
Ao iniciar um processo de avaliação de riscos em um trabalho de auditoria, o auditor deve recordar que existem diferentes tipos de riscos que carecem de avaliação e respostas específicas.
No contexto da auditoria das demonstrações contábeis, conforme definido pelas normas de auditoria, o risco definido pela “suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que pode ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados” deve ser tratado como um risco:
- de controle;
- de detecção;
- de distorção;
- inerente;
- operacional.
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Gabarito
D
Comentário do professor
Risco inerente é a suscetibilidade de uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo ou divulgação a uma distorção que possa ser relevante, antes da consideração de quaisquer controles relacionados. Em outras palavras, é o risco intrínseco ligado à própria natureza da conta ou transação.
Fatores que elevam o risco inerente incluem complexidade, estimativas contábeis, julgamento significativo, volume de transações e exposição a fraude ou mudanças no ambiente econômico.
O auditor avalia o risco inerente porque, em conjunto com o risco de controle, determina o risco de distorção relevante: \(RMM = IR \times CR\). A partir disso é fixado o nível de risco de detecção aceitável e se define a natureza, o momento e a extensão dos procedimentos de auditoria.
Assim, identificar e mensurar corretamente o risco inerente orienta o planejamento e a focalização dos trabalhos, concentrando esforços onde há maior probabilidade de distorções relevantes.
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