Questão FC280168
“No G20, Michel Temer defende inovação para promover desenvolvimento global. No encontro, o presidente destacou as medidas adotadas para que o Brasil alcance a ordem fiscal e volte
História do Brasil
IDECAN · 2016
“No G20, Michel Temer defende inovação para promover desenvolvimento global. No encontro, o presidente destacou as medidas adotadas para que o Brasil alcance a ordem fiscal e volte a crescer. Em pronunciamento durante a primeira sessão de trabalho da Reunião de Cúpula do G20, realizada neste domingo (4), em Hangzou, na China, o presidente Michel Temer defendeu a inovação como forma de erradicar a pobreza e promover desenvolvimento em escala global.”
(Disponível em: http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-planalto/noticias/2016/09/no-g20-michel
-temer-defende-inovacao-para promoverdesenvolvimento- global.)
O Brasil é hoje um dos membros do G20 e um dos países mais importantes da América do Sul e, entre outras coisas, tem assumido sua influência político-ideológica sobre alguns novos governos de esquerda da América Central. Em termos gerais, em relação à sua posição mundial, e mais especificamente na América, é correto afirmar que:
- Foi um dos interventores diplomáticos com seu poder afirmativo ou de veto, na questão do poder americano (EUA) e sua reaproximação no mar caribenho.
- No sul, o Brasil tem exercido uma política cada vez mais ativa, mesmo que haja uma desaceleração temporária do processo de integração econômica do continente.
- É o responsável direto e esteve na frente do golpe de estado militar de Honduras, em junho de 2009, e frente à crise provocada pelo terremoto do Haiti, no início de 2010.
- Na política, o fim das ideias neoliberais e privatistas e a união partidária consolidam um consenso desenvolvimentista, democrático e popular inédito em nossa história.
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Gabarito
B
Comentário do professor
A alternativa destaca que, no Sul (América do Sul), o Brasil manteve uma política ativa apesar de uma desaceleração temporária da integração econômica.
Isso significa que, mesmo com a crise econômica e política doméstica e a queda dos preços das commodities entre 2014–2016, o país continuou a atuar em fóruns regionais e globais (por ex., Mercosul, Unasul, BRICS, G20), projetando influência diplomática e buscando acordos bilaterais e multilaterais.
A "desaceleração" refere-se ao menor ritmo de avanços em acordos comerciais e integração produtiva causados por recessão, polarização ideológica e menores fluxos de comércio, e não a uma retirada definitiva do protagonismo brasileiro.
Portanto, a alternativa é correta ao reconhecer simultaneamente a continuidade da atuação regional brasileira e a existência de um hiato temporário no processo integrador.
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