Questão FC565929
De acordo com dados de 2017 da Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat), Mato Grosso é responsável por 87,2% da produção nacional de diamantes ao ano, com 49 mil quilates, s
Geografia dos Estados
UFMT · 2022
De acordo com dados de 2017 da Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat), Mato Grosso é responsável por 87,2% da produção nacional de diamantes ao ano, com 49 mil quilates, sendo que a produção nacional é de 56 mil quilates. Em relação ao ouro, o Estado conta com a produção de cerca de 10 toneladas por ano, enquanto o total produzido no Brasil é de 81 toneladas no mesmo período. Além do diamante, os mato-grossenses também ostentam o título de campeões na produção de calcário agrícola, com sete milhões de toneladas ao ano, e de reservas de granito, sendo elas em Alta Floresta, Apiacás e Jaciara.
(Disponível em: https://www.geoscan.com.br/blog/mineracao-no-estado-do-mato-grosso/. Acessado em: 17/12/2021.Adaptado)
As principais regiões produtoras de ouro podem ser divididas em Baixada Cuiabana, região sudoeste e região norte do estado de Mato Grosso. Marque a alternativa que apresenta o grande foco atual de mineração dos últimos anos, na região norte mato-grossense.
- Alto Paraguai, Tangará da Serra, Barra do Garças e Matupá.
- Barra do Garças, Serra de São Vicente, Cáceres e Nobres.
- Matupá, Mirassol D’Oeste, Diamantino e Aripuanã.
- Peixoto de Azevedo, Matupá, Aripuanã e Alta Floresta.
- Cocalinho, Peixoto de Azevedo, Apiacás e Alto Paraguai.
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Gabarito
D
Comentário do professor
Peixoto de Azevedo, Matupá, Aripuanã e Alta Floresta correspondem ao grande foco atual de mineração na região norte de Mato Grosso por integrarem a chamada província aurífera de Alta Floresta, área com alta ocorrência de depósitos metálicos exploráveis nas últimas décadas.
Peixoto de Azevedo e Matupá destacam‑se por depósitos de ouro (e ocorrência associada de prata), frequentemente explorados em modalidades aluviais e em jazidas primárias. Aripuanã apresenta também mineralizações de zinco, chumbo e cobre, ampliando o caráter multimetálico da região. Alta Floresta atua como núcleo de prospecção e processamento, com histórico de diamante e calcário.
Os levantamentos modernos utilizam técnicas como magnetometria e gamaespectrometria para delimitar corpos mineralizados e direcionar sondagens, o que explica o aumento do interesse e da atividade mineradora nessa área.
Em resumo, a concentração de acidentes geológicos favoráveis e o avanço das técnicas de prospecção tornaram esse conjunto municipal o principal polo minerário do norte mato‑grossense.
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