Questão FC86273
O direito à felicidade tem suas raízes na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. O artigo 3.º da declaração estabelece
Interpretação de Textos (Compreensão)
CEBRASPE (CESPE) · 2024
O direito à felicidade tem suas raízes na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. O artigo 3.º da declaração estabelece que “todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”. E o que é a felicidade senão um estado de plenitude e satisfação pessoal?
Em termos práticos, o direito à felicidade implica garantir condições para que as pessoas possam buscar a realização pessoal e o bem-estar. Isso inclui o acesso à educação de qualidade, a oportunidades de emprego digno, a serviços de saúde, a um ambiente seguro e saudável, entre outros.
No entanto, é importante ressaltar que a felicidade é subjetiva e que não é um estado permanente. A busca pela felicidade envolve altos e baixos, desafios e aprendizados. O importante é ter a liberdade e o direito de buscar a felicidade, mesmo diante dos obstáculos.
Em resumo, o direito à felicidade é um conceito que reconhece a importância da busca pela realização pessoal e do bem-estar emocional. Ele não garante a felicidade em si, mas sim a liberdade e as oportunidades para que cada indivíduo possa buscar a sua própria felicidade. É uma lembrança de que todos têm o direito de viver uma vida plena e satisfatória, de acordo com suas próprias escolhas e valores.
Julgue o item que se segue, referente ao texto apresentado.
Infere-se do texto que às pessoas dos países signatários da Declaração Universal dos Direitos do Homem o direito à felicidade é garantido na prática.
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Gabarito
Errado
Comentário do professor
Comentário: A afirmação é considerada ERRADA porque, embora a Declaração Universal dos Direitos Humanos reconheça direitos fundamentais, como vida, liberdade e segurança pessoal, ela não garante, na prática, o direito à felicidade. O texto destaca que a felicidade é subjetiva e que o direito à felicidade implica em condições que permitem a busca por essa realização pessoal, mas não assegura que todos os indivíduos, em todos os países signatários, tenham acesso a essas condições. Portanto, a garantia do direito à felicidade é uma questão complexa e não se concretiza automaticamente apenas pela adesão à declaração.
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