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Questão FC871516

Em uma ocorrência de colisão frontal entre dois veículos leves, a guarnição do ASU-CBMSC chega ao local e identifica uma vítima no banco do condutor. Durante o dimensionamento da c

Sem classificação

MS Concursos · 2026

Em uma ocorrência de colisão frontal entre dois veículos leves, a guarnição do ASU-CBMSC chega ao local e identifica uma vítima no banco do condutor. Durante o dimensionamento da cena e a avaliação primária, o Comandante da Guarnição observa que a coluna "A" e o painel do veículo sofreram uma intrusão severa, resultando em ferragens que estão em contato físico direto e compressivo contra os membros inferiores da vítima, causando lesões visíveis e penetração de estruturas metálicas em tecidos moles, impedindo qualquer tentativa de extração sem o uso de ferramentas hidráulicas de desencarceramento.

 

Com base na Diretriz Operacional n.º 02, (Atendimento Pré-Hospitalar) e no modelo padronizado da Ficha de APH, esse cenário de encarceramento deve ser classificado e registrado como:

  1. Encarceramento Tipo II, dado que a vítima apresenta lesões causadas, especificamente, pelo contato físico direto ou penetração de estruturas do veículo em seu corpo.
  2. Encarceramento Sistêmico, termo utilizado quando as lesões traumáticas são decorrentes da compressão prolongada das ferragens contra o corpo do paciente.
  3. Encarceramento Mecânico, pois a deformação da estrutura do veículo impede a abertura das portas e a saída autônoma da vítima.
  4. Encarceramento por Obstrução Crítica, pois a integridade física da vítima está comprometida por elementos externos ao habitáculo original.
  5. Encarceramento Tipo I, visto que há a presença de lesões físicas e a necessidade de técnicas de desencarceramento para criar espaço para a extração.
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Gabarito

A

Comentário do professor

Encarceramento Tipo II, conforme a Diretriz Operacional n.º 02 e o modelo da Ficha de APH, é a classificação correta para este cenário.

Caracteriza-se pela intrusão severa (coluna "A" e painel) com contato físico direto e compressão sobre os membros, além de penetração de estruturas metálicas em tecidos moles, gerando lesões visíveis que impedem a saída da vítima.

Operacionalmente, essa tipificação exige registro na ficha como Tipo II e ações específicas: estabilização do veículo e da vítima, controle de hemorragias, preservação da coluna, manutenção das vias aéreas e acionamento imediato de equipe e ferramentas hidráulicas para desencarceramento seguro.

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