Questão FC910276
As três etiologias mais frequentes de perda olfatória clinicamente significativa são:
Sem classificação
IAUPE · 2026
As três etiologias mais frequentes de perda olfatória clinicamente significativa são:
- uso de drogas tóxicas intranasais, rinite alérgica e perda pós-traumática
- rinossinusite crônica, perda pós-traumática e doenças neurodegenerativas
- rinossinusite crônica, perda pós-infecciosa e perda pós-traumática
- doenças neurodegenerativas, rinite alérgica e perda pós-traumática
- doenças neurodegenerativas, uso de drogas tóxicas intranasais e rinite alérgica
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Gabarito
Certo
Comentário do professor
Rinossinusite crônica é uma das principais causas por produzir obstrução condutiva e inflamação da mucosa olfatória. Pólipos nasais e secreção espessa impedem que odores alcancem o epitélio olfatório; o manejo inclui controle inflamatório com corticoides tópicos/orais e, quando indicado, cirurgia endoscópica para desobstrução.
Perda pós-infecciosa resulta de lesão viral direta ao epitélio e aos neurônios olfatórios, frequentemente após infecções respiratórias agudas. A recuperação é variável; medidas úteis incluem treino olfativo e terapia anti-inflamatória em fases agudas.
Perda pós-traumática costuma decorrer de cisalhamento das fibras olfatórias na lâmina cribriforme ou lesão cortical. Geralmente apresenta pior prognóstico. Avaliação requer anamnese precisa, exame endoscópico, testes de olfato e imagem quando necessário. O tratamento é suportivo e inclui treino olfativo e medidas específicas conforme achados.
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