Questão FC352968
O Estado vem abandonando o papel de executor ou prestador direto de serviços, mantendo‐se, entretanto, no papel de regulador, provedor ou promotor. A atuação do Estado nesse papel
Empreendedorismo Governamental
FGV · 2013
O Estado vem abandonando o papel de executor ou prestador direto de serviços, mantendo‐se, entretanto, no papel de regulador, provedor ou promotor. A atuação do Estado nesse papel consiste em subsidiá‐los, controlá‐los e regulamentá‐los, o que significa uma alteração de atuação, marcando a fase do empreendedorismo governamental.
A esse respeito, assinale a alternativa que enumera três características do empreendedorismo governamental.
- Parcerias com o setor privado, flexibilização das regras que regem o modelo patriarcal, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão‐cliente.
- Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais – ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia pública, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão‐fornecedor.
- Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais ‐ ONGs, flexibilização das regras que regem a burocracia pública, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão‐cliente.
- Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais ‐ ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia tradicional, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão‐fornecedor.
- Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais ‐ ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia patriarcal, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão‐cliente.
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Gabarito
Certo
Comentário do professor
O empreendedorismo governamental traduz a mudança do Estado de executor direto para regulador e provedor de resultados.
Essa lógica explica por que a alternativa reúne três traços centrais.
Parcerias com o setor privado e ONGs: ao transferir ou compartilhar a execução, o Estado busca eficiência, inovação e especialização. Contratos, concessões e parcerias ampliam capacidade operacional sem ampliar a máquina pública.
Flexibilização das regras que regem a burocracia: menos rigidez normativa permite respostas mais rápidas, contratação por desempenho e modelos administrativos adaptativos, essenciais para gerir riscos e estimular resultados.
Ênfase no cidadão‑cliente: a orientação para o usuário transforma metas públicas em serviços medidos por qualidade e satisfação, alinhando recursos e políticas às demandas sociais e à responsabilização pelos resultados.
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