Questão FC441179
No contexto das consultas a bancos de dados de esquema em estrela e supondo que os acessos a tabelas de dimensões e o acesso subsequente à tabela de fatos estejam todos incorporado
Bancos de Dados Dimensionais
FCC · 2009
No contexto das consultas a bancos de dados de esquema em estrela e supondo que os acessos a tabelas de dimensões e o acesso subsequente à tabela de fatos estejam todos incorporados em uma mesma consulta, é mais adequado o uso de junção em estrela que é uma estratégia específica de implementação de junção, a qual difere das demais estratégias pelo fato de começar deliberadamente pelo cálculo
- do produto cartesiano das tabelas de fatos.
- do produto cartesiano das tabelas de dimensões.
- da diferença entre as tabelas de dimensões e as tabelas de fatos.
- da projeção das tabelas de fatos nas tabelas de dimensões.
- da projeção das tabelas de dimensões nas tabelas de fatos.
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Gabarito
B
Comentário do professor
A estratégia de junção em estrela inicia deliberadamente pelo cálculo do produto cartesiano das tabelas de dimensão. Isso significa formar todas as combinações possíveis das linhas das dimensões: \(D = D_1 \times D_2 \times \dots \times D_n\).
Em seguida esse conjunto combinado é utilizado para filtrar ou "provar" a tabela de fatos, aplicando a junção entre \(D\) e a tabela de fatos \(F\), ou seja \(D \bowtie F\).
O motivo prático é que as dimensões costumam ser pequenas e seletivas; gerar o produto cartesiano permite concentrar as chaves relevantes antes de varrer a grande tabela de fatos, reduzindo I/O e custo total.
Na implementação é comum usar estruturas como bitsmaps ou hashes para materializar rapidamente o produto e intersectar filtros antes do acesso ao fato.
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