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Questão FC688115

Acerca da atuação profissional em POT, os autores Jairo Eduardo Borges‑Andrade (2006), e Zanelli e Bastos (2004), discutem um aspecto fundamental da área: a competência política qu

Psicologia das Organizações e do Trabalho

QUADRIX · 2025

Acerca da atuação profissional em POT, os autores Jairo Eduardo Borges‑Andrade (2006), e Zanelli e Bastos (2004), discutem um aspecto fundamental da área: a competência política que o profissional de TD&E precisa desenvolver para atuar de forma estratégica em uma organização. Com base nessa informação, assinale a opção incorreta, no que diz respeito à preocupação quanto à formação dos estudantes de graduação e dos profissionais da área.

  1. Segundo os autores, nos anos de 1980, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) verificou que a atuação da maioria dos psicólogos apresentava um forte viés tecnicista, com a utilização de modelos e de pacotes prontos para a solução de problemas.
  2. O trabalho desenvolvido era fragmentado, sem visão estratégica e política de todo e de fim.
  3. Para garantir o desenvolvimento da área de atuação, o profissional deveria movimentar‑se para desenvolver‑se, não somente como técnico, mas como consultor, pesquisador e agente de mudanças.
  4. Com a ampliação dos mercados e com o aumento da competitividade, as organizações e a realidade de trabalho passaram a exigir novas posturas e novas formas de atuação do psicólogo organizacional e do trabalho.
  5. Com a ampliação dos mercados e com o aumento da competitividade, as organizações e a realidade de trabalho mantiveram as mesmas exigências tradicionais, sem demandar mudanças significativas nas posturas ou nas formas de atuação do psicólogo organizacional e do trabalho.
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Gabarito

Errado

Comentário do professor

A assertiva é incorreta porque a expansão dos mercados e a maior competitividade provocaram mudanças significativas nas organizações e nas exigências sobre o profissional de POT.

As transformações exigiram novas posturas e práticas: maior flexibilidade, capacidade de intervenção sistêmica, negociação e articulação com diferentes atores.
Isso demanda a chamada competência política, isto é, saber influenciar processos, mediar conflitos e alinhar práticas às estratégias organizacionais.

Na formação, portanto, é insuficiente manter abordagens tradicionais. É preciso desenvolver habilidades críticas, éticas e estratégicas, além de métodos de avaliação e intervenção que preparem o profissional para atuar de forma eficaz e responsável em contextos complexos.

Autores como Jairo Eduardo Borges‑Andrade e Zanelli e Bastos defendem justamente essa orientação para a formação e a prática profissional.

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