Questão FC688159
Para desnaturalizar o feminino do trabalho social e questionar formas identitárias cristalizadas, é necessário formular outra compreensão de gênero, concebendo‑o como processo em c
Psicologia Social
QUADRIX · 2025
Para desnaturalizar o feminino do trabalho social e questionar formas identitárias cristalizadas, é necessário formular outra compreensão de gênero, concebendo‑o como processo em construção e reconhecendo as distinções entre homens e mulheres como ativamente criadas. Considerando essa informação, assinale a opção correta.
- A frase leva a pensar que mulheres são mais indicadas para o trabalho social.
- Desnaturalizar o feminino no trabalho social significa que as mulheres devem abandonar essa prática profissional.
- Reconhecer as distinções entre homem e mulher no trabalho social significa reconhecer que ambos devem desempenhar função mais adequadas a cada gênero.
- A presença majoritária da mulher no trabalho social ocorre em razão dos baixos salários praticados.
- O trabalho social tem presença majoritária de mulheres, e isso deve ser desnaturalizado, ressignificando formas identitárias cristalizadas, valorizando o trabalho feminino e quebrando estereótipos de gênero.
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Gabarito
Errado
Comentário do professor
O enunciado reconhece que o trabalho social é majoritariamente feminino e aponta a necessidade de desnaturalizar essa situação. Isso significa compreender que a presença das mulheres na área resulta de construções sociais, não de uma essência inata.
Ver o gênero como processo em construção implica perceber distinções entre homens e mulheres como práticas históricas e culturais ativamente criadas. Assim, é preciso ressignificar papéis e valorizar competências associadas ao cuidado.
Na prática, desnaturalizar exige políticas de reconhecimento e remuneração justa, formação com perspectiva de gênero e ações que problematizem e desconstruam estereótipos. Essas medidas promovem igualdade e reconfiguram identidades profissionais.
Intervenções institucionais e culturais, como inclusão de gênero nos currículos e campanhas de valorização do cuidado, são essenciais para quebrar a cristalização identitária.
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