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Questão FC888889

Ao atualizar seu planejamento estratégico, um órgão público considerou utilizar as forças de Porter, mas, ao analisar o ambiente competitivo em que o órgão se enquadrava, a ferrame

Processo de Planejamento

FGV · 2026

Ao atualizar seu planejamento estratégico, um órgão público considerou utilizar as forças de Porter, mas, ao analisar o ambiente competitivo em que o órgão se enquadrava, a ferramenta foi descartada por não ser adequada ao uso de órgãos públicos.

 

Um dos motivos que levou a essa decisão foi que os órgãos públicos:

  1. possuem objetivo de lucro;
  2. competem entre si por clientes;
  3. estão sujeitos à influência da competição dos fornecedores;
  4. determinam a entrada de novos entrantes por meio das licitações;
  5. não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo.
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Gabarito

Errado

Comentário do professor

A afirmação correta indica que os órgãos públicos não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo. Na teoria de Porter, produtos substitutos são ofertas do mercado que podem substituir a demanda por um bem ou serviço, desviando clientes e lucros.

No setor público muitos serviços são mandatórios, regulados ou de caráter monopolístico, prestados por entidades designadas pelo Estado. Usuários não escolhem livremente entre fornecedores concorrentes, e a lógica de ganho de participação de mercado não se aplica.

Exemplo: funções como julgamentos judiciais ou polícia não têm alternativas comerciais que compitam pelo mesmo usuário de maneira equivalente. Por isso, a força relativa a substitutos perde sentido ao analisar órgãos públicos.

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