Questão FC888889
Ao atualizar seu planejamento estratégico, um órgão público considerou utilizar as forças de Porter, mas, ao analisar o ambiente competitivo em que o órgão se enquadrava, a ferrame
Processo de Planejamento
FGV · 2026
Ao atualizar seu planejamento estratégico, um órgão público considerou utilizar as forças de Porter, mas, ao analisar o ambiente competitivo em que o órgão se enquadrava, a ferramenta foi descartada por não ser adequada ao uso de órgãos públicos.
Um dos motivos que levou a essa decisão foi que os órgãos públicos:
- possuem objetivo de lucro;
- competem entre si por clientes;
- estão sujeitos à influência da competição dos fornecedores;
- determinam a entrada de novos entrantes por meio das licitações;
- não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo.
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Gabarito
Errado
Comentário do professor
A afirmação correta indica que os órgãos públicos não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo. Na teoria de Porter, produtos substitutos são ofertas do mercado que podem substituir a demanda por um bem ou serviço, desviando clientes e lucros.
No setor público muitos serviços são mandatórios, regulados ou de caráter monopolístico, prestados por entidades designadas pelo Estado. Usuários não escolhem livremente entre fornecedores concorrentes, e a lógica de ganho de participação de mercado não se aplica.
Exemplo: funções como julgamentos judiciais ou polícia não têm alternativas comerciais que compitam pelo mesmo usuário de maneira equivalente. Por isso, a força relativa a substitutos perde sentido ao analisar órgãos públicos.
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