Questão FC884704
A Resolução Conjunta de Saúde nº 119/2013 - PMMG/CBMMG/IPSM estabelece critérios, limites do número de sessões e fluxo para autorização de procedimentos de terapia ocupacional e dá
Outros Temas de Direito Sanitário e Saúde
CRS (PM MG) · 2014
A Resolução Conjunta de Saúde nº 119/2013 - PMMG/CBMMG/IPSM estabelece critérios, limites do número de sessões e fluxo para autorização de procedimentos de terapia ocupacional e dá outras providências. Para solicitação, avaliação de solicitação ou de prorrogação de procedimentos de terapia ocupacional é INCORRETO afirmar que:
- A solicitação de procedimento de terapia ocupacional deverá ser feita em Conta Exame ou de Assistência Ambulatorial (CAA) por médico de uma das seguintes especialidades: clínica médica, geriatria, pediatria, neurologia, psiquiatria, ortopedia ou fisiatria.
- É permitido ao credenciado alterar os códigos autorizados quanto necessário.
- Na região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e nos demais municípios, onde o Sistema Integrado de Gestão de Assistência à Saúde (SIGAS) já estiver implantado, o procedimento será autorizado pelo Supervisor de Saúde da Central de Atendimento do SISAU, mediante solicitação do prestador de serviços no sistema informatizado.
- Nas localidades onde o SIGAS não estiver implantado, o procedimento será autorizado pelo Supervisor de Saúde do NAIS no qual o beneficiário estiver adscrito/vinculado e deve ser registrado no Sistema Mecanizado de Administração Hospitalar (SMAH).
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Gabarito
B
Comentário do professor
Credenciado não pode simplesmente alterar os códigos autorizados. A Resolução exige que qualquer mudança nos procedimentos autorizados passe por fluxo formal de análise e nova decisão da área responsável.
Quando houver necessidade de ajuste, deve-se apresentar solicitação ou pedido de prorrogação acompanhado de relatório técnico e plano terapêutico, para reavaliação e eventual autorização pelo setor competente.
Modificar códigos sem autorização prévia constitui irregularidade, sujeita a glosas, responsabilização administrativa e civil e pode impedir o pagamento dos atos.
Portanto, a alternativa é incorreta porque o credenciado apenas executa o que foi autorizado; alterações dependem de procedimento formal e autorização.
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