Questão FC402175
A primeira fase do exame osteológico é a identificação do sexo do esqueleto. Considerando a identificação do dimorfismo sexual em um esqueleto, podemos afirmar:
Medicina Legal
IBFC · 2024
A primeira fase do exame osteológico é a identificação do sexo do esqueleto. Considerando a identificação do dimorfismo sexual em um esqueleto, podemos afirmar:
- a avaliação da pelve é a que confere maior grau de acurácia
- a avaliação do fêmur através do método de Klales oferece maior acurácia no sexo masculino
- a avaliação do crânio não oferece elementos para avaliação de dimorfismo sexual
- na avalição do crânio utiliza-se o método visual de passalaqua
- a avaliação do dimorfismo sexual depende da avaliação da faixa etária
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Gabarito
A
Comentário do professor
A pelve é o elemento esquelético de maior dimorfismo sexual porque sofre adaptações relacionadas ao parto, o que resulta em diferenças morfológicas claras entre homens e mulheres.
Na avaliação, observam-se características como o ângulo subpúbico (mais largo na mulher), a abertura pélvica (mais arredondada/fonte feminina), a incisura isquiática maior (mais aberta na mulher) e a conformação do sacro e ílio. Essas marcas combinadas permitem diferenciação visual e métrica com elevado grau de acurácia.
Métodos padronizados (ex.: análise morfológica e mensurações antropométricas) aumentam a confiabilidade. Vale lembrar que a precisão é máxima em adultos com pelve preservada; em subadultos ou material fragmentado, a identificação pode ser limitada.
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