Questão FC402181
Para a estimativa da estatura no caso de ossadas articuladas fazemos a mensuração da ossada, para o caso de ossadas não articuladas devemos utilizar a mensuração dos ossos longos e
Medicina Legal
Instituto CONSULPAM · 2024
Para a estimativa da estatura no caso de ossadas articuladas fazemos a mensuração da ossada, para o caso de ossadas não articuladas devemos utilizar a mensuração dos ossos longos e tabelas ou fórmulas antropométricas para estimarmos a estatura. Idealmente, teremos a média dos seguintes ossos para se chegar a uma estimativa razoavelmente precisa da altura:
- Escápulas, esterno, úmeros, ilíacos, fêmures e metatarsos.
- Úmeros, ulnas, rádios, fêmures, tíbias e fíbulas.
- Ulnas, rádios, carpos, fêmures, patelas e tarsos.
- Esterno, úmero, ulna, ísquios, fêmures e fíbulas.
- Úmeros, metacarpos, rádios, ilíacos, púbis e tíbias.
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Gabarito
B
Comentário do professor
A alternativa indica os ossos longos usados para estimativa de estatura: Úmeros, ulnas, rádios, fêmures, tíbias e fíbulas. Esses elementos apresentam correlação robusta com a altura corporal porque refletem diretamente o comprimento dos membros.
Na prática forense mede‑se o comprimento máximo de cada osso (usualmente com prancheta osteométrica) e aplica‑se equações populacionais do tipo \(Estatura = a \times comprimento + b\), específicas por sexo e amostra de referência.
Quando há mais de um osso disponível, calcula‑se a média das estimativas obtidas ou a média dos comprimentos bilaterais para reduzir erro amostral e melhorar precisão. O fêmur e a tíbia tendem a fornecer maior acurácia, mas a inclusão dos membros superiores (úmero, rádio, ulna) e da fíbula aumenta a confiabilidade quando os ossos estão incompletos.
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