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Questão FC828948

A detetive Sofia está analisando a equivalência da declaração condicional: "Se o professor Olavo estava na biblioteca, então a fórmula não foi roubada." Dessa forma, a proposição q

Lógica de Proposições

SELECON · 2025

A detetive Sofia está analisando a equivalência da declaração condicional: "Se o professor Olavo estava na biblioteca, então a fórmula não foi roubada."

 

Dessa forma, a proposição que é logicamente equivalente à declaração original de Sofia corresponde a:

  1. se a fórmula foi roubada, então o professor Olavo estava na biblioteca
  2. o professor Olavo não estava na biblioteca e a fórmula foi roubada
  3. se a fórmula não foi roubada, então o professor Olavo não estava na biblioteca
  4. o professor Olavo não estava na biblioteca ou a fórmula não foi roubada
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Gabarito

D

Comentário do professor

"Se o professor Olavo estava na biblioteca, então a fórmula não foi roubada."
Representando por \(p\): "o professor Olavo estava na biblioteca" e \(q\): "a fórmula não foi roubada", temos a condicional \(p \to q\).

A forma lógica equivalente de uma condicional é a disjunção obtida negando o antecedente e mantendo o consequente: \(p \to q \equiv \neg p \lor q\). Em palavras, troca-se "Se ... então ..." por "ou", negando a primeira parte.

Aplicando aqui, \(\neg p\) é "o professor Olavo não estava na biblioteca" e \(q\) permanece "a fórmula não foi roubada". Logo a equivalência é: o professor Olavo não estava na biblioteca ou a fórmula não foi roubada. Essa fórmula falha somente quando \(p\) é verdadeira e \(q\) é falsa.

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